O mundo ocidental acordou hoje com a notícia de que a Coreia do Norte fez mais um teste nuclear, com os registos de actividade sísmica a indicarem poder tratar-se de um engenho de 20 a 30 quilotoneladas de potência, ou seja, superior à bomba que os EUA lançaram sobre Hiroshima. Mas o problema já nem é só este, o da bomba em si, é o facto do regime de Pyongyang ter aparentemente conseguido desenvolver os vectores de lançamento para transportar essas ogivas, nomeadamente, os mísseis balísticos de médio alcance. E é sobretudo esta questão que torna a ameaça norte-coreana cada vez mais perigosa e imprevisível. A julgar pelas informações que vão chegado, neste momento parecem começar a estar reunidas condições para que um qualquer lunático em Pyongyang carregue no botão e lá dispare um míssil com ogivas nucleares com capacidade para atingir a Coreia do Sul, o Japão e até mesmo território americano no Pacífico.
Uma brincadeira cada vez mais séria
odiplomata,

o problema não são os “loucos” o problema são os lúcidos sem moral que podem usar este tipo de armas!
Você faz jus ao seu sobrenome 🙂
Aterrador e pouco falado, não tinha noção do que descreve. Também não sei bem o que poderia fazer a esse respeito, para ser sincera…
Resta saber qual a capacidade que possuem para lançar ogivas a partir de submarinos. Que podem lançar já sabemos.
Isto habilita-os a atacar de qualquer ponto e qualquer ponto. Todavia, não me parece que seja mais aterrador eles possuírem armas nucleares que qualquer outra nação que as possui.
Sabemos que muitos, ou todos, usaram e usam esta capacidade para, por meios convencionais, levarem a chacina a qualquer parte do mundo.
Aliás, chamou-se a esta capacidade, a nuclear, o equilíbrio do terror.
Portanto, a Coreia do Norte é mais uma no club e pretende demonstrar que está para durar e é parte activa na geometria politico-estratégica da região. Esta capacidade, aliada aos interesses russos e chineses na região, neutraliza a capacidade americana e a de seus aliados na região. Portanto, está tudo equilibrado enquanto nenhum deles resolver dar o primeiro passo.
Continuamos “garantidos”, como sempre ou até sempre.
Mais um grande sucesso de Bill Clinton e do jornalismo ocidental. Seguir-se-á outro de Barack Obama e do jornalismo ocidental.
Já só resta o Japão e a Coreia do Sul fabricarem armas nucleares.
“O mundo ocidental acordou hoje com a notícia…”
Primeira pergunta que é muito importante: Notícia vinda de que fonte?
Pela descrição, eu diria que a notícia não foi devidamente pesquizada ou será demasiado óbvia “Drinking the Kool-Aid”.
Ultimamente, todos os exercícios militares dos EUA têm servido para provocar instabilidades geopolíticas e, pensando naqueles, perto da Coreia do Sul, um sismo foi, realmente, sentido mas, provocado por quem? Porque, ao contrário do que acontece quando a Coreia do Norte faz esse “tipo de brincadeiras”, desta vez, não foram detectadas radiações na China nem no Japão, precisamente, o que costuma acontecer se fosse esse o caso.
Bancos Centrais e o “Governo Global”, a tal minoria que quer controlar este Mundo a 100%, andam a fazer o possível e o impossível para arranjar uma desculpa, espero que não seja para outra guerra mundial, uma solução já repetida 2 vezes, para disfarçar o mesmo problema de sempre, outra crise financeira mas, à beira de um colapso total, nada que se compare a 2008.
No entretanto, com notícias destas, tentando criar um qualquer tipo de caos e muitos medos, andam entretidos a comprar bens reais com dinheiro virtual, para sacar o mais possível, de bens reais aos cidadãos para, assim, poderem acabar “o serviço” e pôr, definitivamente, todos os “rebanhos no redil”.
Mais preocupante e, mais perto, é ouvir: “António Costa insistir na necessidade de partilhar a responsabilidade sobre os refugiados”. Refugiados? Já sabemos que, entre milhões, esses, são uma minoria e, aqui, se ninguém vê, com antecedência, o que isso poderá provocar, relembro as palavras de schäuble, de que é preciso reformar o “welfare state” e, depois com milhões de homens dos 15 aos 30 anos com valores muito diferentes dos europeus, quando se acabar o dinheiro da segurança social dos países que os estão a receber, digam-lhes que o dinheiro acabou e, aí, esperem pelos resultados.
Ou estarão a pensar que o dinheiro vai continuar a “cair do céu”?
Costa sabe, muito bem, as “ordens” e de que tem de continuar com a austeridade:
“Depois de Pierre Moscovici ter dito que a Comissão vai avançar rapidamente com os processos de suspensão dos fundos estruturais a Portugal e Espanha, Centeno disse que espera evitar essas sanções.” (No entretanto, até pagamos milhões para uma Mesquita)
E, ninguém pergunta: “Refugiados”? Sustentados, com o dinheiro de quem?
Talvez com mais uns impostos, na conta da água, na gasolina, nas casas sem “boas vistas” e sem “sol” ou todos os impostos indiretos que lhe passem pela cabeça. Nada como dar com uma mão e tirar a dobrar com a outra mas, já se sabe, “com papas e bolos se enganam os tolos”.
Deve haver uma grande praga de moscas tsé-tsé, parece que andam todos a dormir ou então… já interiorizaram que já não escolhemos nada e, só nos falta cantar o fadinho do Destino Marcado
O Fado tem não sei quê
Que prende a vida da gente
Um nada que não se vê
Um tudo que a gente sente
Tinha o destino marcado
Pois logo de pequenino (actualmente, antes de nascer)
Fiz do destino do fado
O fado do meu destino
Se a tristeza ao fado assiste
E o fado assim extasia
Prefiro ser sempre triste
Para não morrer de alegria
(Nesta última, podem ficar descansados, está garantido que não vão morrer de alegria, será mais provável, morrer dentro de algum buraco de Lisboa, não cantado pelo Fernando Farinha mas, por ordem de um Fernando Medina)
um qualquer lunático em Pyongyang carregue no botão e lá dispare um míssil com ogivas nucleares com capacidade para atingir […] território americano no Pacífico
Os EUA não possuem no Pacífico nenhum território com qualquer cidade que mereça uma bomba nuclear. Não se lança uma bomba nuclear sobre uma qualquer ilhota escassamente povoada.