Apesar de crescerem em força (e em vítimas civis indiscriminadas) os bombardeamentos em Homs, «um porta-voz do governo sírio repudiou esta terça-feira as declarações da Alta Comissária para os Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, e acusou o organismo mundial de ignorar os crimes que Damasco atribui a grupos terroristas com apoio estrangeiro».
Esta insistência doentia do ditador Bashar al-Assad, sempre a teimar que está apenas a defender o seu país de grupos estrangeiros organizados, é recorrente, já cheira mal e deixou de disfarçar os contornos de genocídio da tragédia que se abate sobre os sírios por ordem do poder instalado. Já vimos o mesmo na Líbia de Kadhafi.
Os bombardeamentos consecutivos em Homs continuam a fazer cada vez mais mortos entre os cidadãos civis, a Síria está a ferro-e-fogo e Damasco é a capital de um terror que não reconhece inocentes, tenham a idade que tiverem. Também já vimos o mesmo na Líbia de Kadhafi.
Enquanto isso, o nosso D. Duarte de Bragança mantém-se alheio às obrigações públicas que criou por sua iniciativa, fingindo-se agora esquecido de denunciar o massacre de um déspota sobre o seu povo, o povo que era suposto governar e contra o qual lidera a prática selvagem continuada de crimes contra a Humanidade.
Regista-se a atitude de apoio aberto ao déspota, que é a única que o duque D. Duarte, herdeiro da Casa de Bragança e pretendente ao trono de Portugal, nos deu a conhecer há meia dúzia de meses. Será este o exemplo que ele quer deixar aos seus próprios herdeiros?


A calúnia é como carvão: quando não queima, suja.
Sem dúvida.
Efetivamente, estas e outras cumplicidades, silêncios e alianças estão no reino da total imcompreensão. Nada é coerente, justo e humanamente ético. ´Jogos de interesses que nem sequer são claros, até. Dececionante…