Com todas as manobras de bastidores que foram conduzidas a partir do seu gabinete, com o seu alto patrocínio e o da chanceler Merkel, para evitar a eleição de António Guterres, teria sido mais aconselhável que agora tivesse saudado a escolha do novo secretário-geral em termos mais discretos. Em vez disso, fez questão de reafirmar que em Bruxelas o “cherne” que há é todo de águas paradas. A hipocrisia está-lhes nos genes.
Um problema de carácter
Sérgio de Almeida Correia,


A hipocrisia e o cognac, ao que parece o médico tê-lo-à aconselhado e em doses cavalares logo ao pequeno almoço…
E quantas vezes Portugal e outros Estados-Membro não apoiaram este ou aquele candidato para outros organismos porque servia os seus interesses? Pense na lusofonia. Parece que em Portugal se acordou para as relações internacionais com Guterres. Daqui a uns dias descobrem que o Conselho de Segurança é um feudo dos vencedores da 2ª Guerra, querem ver?