11 comentários em “Um pequeno shot de auto-estima”
A língua do poder e dos negócios? Parece mais um shot de alucinogénio… Nem percebo o que alimenta esse tipo de palermices. Será que Harvard adaptou o português nos cursos de gestão? É. Vai-se a ver é do «acordo» ortográfico.
C., não vejo onde está a palermice. Acha que Angola e o Brasil, ambos países falantes da língua portuguesa (e nem vou somar os outros) são economias irrelevantes? Não é só Portugal que fala português…
Ana, no link que anexei anteriormente, por favor, carregue no menu Home. Aí aparece uma quantidade de coisas giras.
E alegrou mesmo. O blogue tem ideias fantásticas! Obrigada. 🙂
Fico contente, vejamos a questão do seguinte ponto de vista: há espalhados por esse mundo fora muitos jovens Portugueses (com maiúscula) que, depois de terem sido pontapeados no dito cujo pelo seu próprio país, trabalharam – ainda mais – e venceram. Esses jovens, hoje, ensinam ,criam, desenvolvem projetos nas mais diversas áreas, falam português, com ou sem acordo é irrelevante, e ganharam o seu lugar ao sol. São portugueses e, enquanto o forem, assinarão e falarão sempre como tal. Claro que recolocaram a Língua Portuguesa no lugar. Não sei se era este o teor do artigo, mas pela leitura “das gordas” foi assim que o entendi. Devemos ter orgulho na nossa língua, nos nossos jovens, já quanto a Portugal….tenho as minhas reservas.
Linda, o artigo não se refere só a Portugal mas a todos os territórios onde a língua portuguesa é falada, o que se traduz num universo muito mais lato. Mas dou-lhe razão no louvor a esses jovens (e não só) que triunfam por esse mundo fora sem complexos de país periférico.
A língua do poder e dos negócios? Parece mais um shot de alucinogénio…
Nem percebo o que alimenta esse tipo de palermices. Será que Harvard adaptou o português nos cursos de gestão? É. Vai-se a ver é do «acordo» ortográfico.
C., não vejo onde está a palermice. Acha que Angola e o Brasil, ambos países falantes da língua portuguesa (e nem vou somar os outros) são economias irrelevantes? Não é só Portugal que fala português…
Se com monóculo é visto assim, o que seria com binóculo?
Não sei, mas sei que os portugueses precisam pelo menos de uma lupa para se verem de um tamanho menos insignificante.
Quais deles?
Quase todos, Anónimo. É uma pecha nacional.
Óóóóó, Aninha, vejo q´hoje tá desapontada. Mas, repare, trouxe-lhe uma reinvenções para a alegrar.
Aqui vai:
http://athas.com.br/blog/?p=13916
Ana, no link que anexei anteriormente, por favor, carregue no menu Home. Aí aparece uma quantidade de coisas giras.
E alegrou mesmo. O blogue tem ideias fantásticas! Obrigada. 🙂
Fico contente, vejamos a questão do seguinte ponto de vista: há espalhados por esse mundo fora muitos jovens Portugueses (com maiúscula) que, depois de terem sido pontapeados no dito cujo pelo seu próprio país, trabalharam – ainda mais – e venceram. Esses jovens, hoje, ensinam ,criam, desenvolvem projetos nas mais diversas áreas, falam português, com ou sem acordo é irrelevante, e ganharam o seu lugar ao sol. São portugueses e, enquanto o forem, assinarão e falarão sempre como tal. Claro que recolocaram a Língua Portuguesa no lugar.
Não sei se era este o teor do artigo, mas pela leitura “das gordas” foi assim que o entendi. Devemos ter orgulho na nossa língua, nos nossos jovens, já quanto a Portugal….tenho as minhas reservas.
Linda, o artigo não se refere só a Portugal mas a todos os territórios onde a língua portuguesa é falada, o que se traduz num universo muito mais lato. Mas dou-lhe razão no louvor a esses jovens (e não só) que triunfam por esse mundo fora sem complexos de país periférico.