Temos um estranho conceito de trabalho.
Temos um estranho conceito de força maior.
Temos um estranho conceito de urgência.
Temos um estranho conceito de prazos.
Temos um estranho conceito de brinquedos.
Temos um estranho conceito de contas.
Temos um estranho conceito de património.
Temos, enfim, um estranho conceito de país.


E o escocês, apontando para a gaita de foles, continua a dizer – “É uma gaita, pá! É uma gaita!”
Pois é, Pedro. É uma gaita, mas portuguesa.
Um estranho conceito de país, de facto. Deprimente inventário, Ana. Mas mais fiel à realidade do que todo o programa eleitoral que o PS apresentou aos portugueses no Verão de 2009.
Infelizmente, Pedro. E já ninguém engole aquela alienação esfuziante de Sócrates, cada vez mais despropositada.