Acaba de ser ultrapassada uma barreira muito preocupante: há já um milhão de infectados pelo novo coronavírus à escala mundial. Com mais de 51 mil vítimas mortais também oficialmente registadas. Num caso e noutro, não custa nada a crer que as estatísticas reais sejam bastante superiores. Basta sabermos que em mais de metade dos países ou territórios afectados pela pandemia – que são quase todos – os testes continuam a escassear. E não faltam capitais do globo onde as certidões de óbito evitam qualquer alusão ao Covid-19, optando por mencionar “pneumonia” ou “infecção respiratória aguda”.
É a Primavera mais sinistra de todas quantas guardamos na memória.

Cada mês desta triste primavera custa-nos anos de vida.
Uma espécie de buraco negro em que permanecemos mergulhados. Ainda sem fim à vista.
Quem esquece ou depurta as lições da história, recente ou longínqua, voltará a cair nos mesmo erros.
Também ignorar o tal “saber de experiência feito” não é grande ideia.
Mas lá que o vírua chinês é mesmo chinês, é a triste realidade.
Não se ganha nada em negá-lo.
Se a gripe era “espanhola”, e mais de cem anos depois ainda assim é designada, também este vírus é “chinês”.
Aliás por maioria de razão. Embora a tal gripe de 1918 tenha começado nos EUA e não em Espanha, este coronavírus começou de facto na China.
Dizem os mais afoitos que é só uma gripe. Como se a gripe não fosse perigosa.
O maior perigo é estar vivo.
As gripes não morrem e vão continuar por aí. E o covid19 também.
O que é preciso é calma e bom-senso.
Se isto continua assim o Lavoura ainda desenvolve um terceiro hemisfério
Um abraço!
1M em 6 mil milhões… peaners.
(o número de infectados é bem maior. Por outro lado a percentagem de casos graves e óbitos é bem menor)
(aqui se vê a diferença do “mundo civilizado” para os outros, incluindo brics. Na Índia vai ser brutal)