12 comentários em “Um mar de chamas”

  1. Que tragédia. Estive no Funchal anteontem para uma conferência. É um cidade cuja beleza nos deixa sempre deslumbrados. Porque será que não somos capazes de nos proteger contra estas catástrofes?

  2. Ontem a sic numa imagem que apresentava enquanto falava o director clinico do Hospital do Funchal, duplicou o tamanho do fogo que rodeava a cidade do Funchal. Simplesmente vergonhoso.
    Qual será o objectivo? Conseguir um pânico maior das pessoas e assim captar imagens de maior impacto? A imagem está no meu blog. Tentei enviar-vos para o vosso e-mail mas veio devolvido.

  3. Só estive no Funchal uma vez, há já muitos anos. E pareceu-me que aquilo era uma desordem, em particular do ponto de vista botânico, com grandes árvores no meio das casas. Não me admira que numa cidade assim desordenada venha o fogo.

    1. Infelizmente mais uma calamidade na Madeira, a ultima foi por certo um desígnio de Deus, desta é mesmo coisa do Diabo.

    2. Desordenado da cabeça é você. Isso deve ter sido há muitos anos mesmo, porque a cidade é mais ordenade que a maioria das outras cidades nacionaís.

  4. Infeliz coincidencia, a da curta distancia temporal que vai entre a analise que o Sr. Jardim fez acerca das associações de bombeiros da Madeira e incêndio que desde ontem por la deflagra, apenas uma semana.
    Mas, apesar de ter afirmado que a Madeira tinha bombeiros a mais, o homem tentou ajudar, na companhia do Sr. Ministro, deslocou-se ao terreno. Tal e qual a soldados da paz, que até a população local caiu no erro de julgar que vinham apagar as chamas, já que naquele momento na dita zona nem um real bombeiro estava presente.
    Para desilusão, de todos os presentes, eles não pegaram nas mangueiras, apenas limitaram-se a conversar entre si, olhando para a fogueira.
    Costumo dizer que o lume é bom para a conversa, imagino que com tanto lume, deu para conversas bem “profundas”
    Voltando ao momento. Os dois governantes sozinhos entre chamas, sem chapéu ou outra qualquer protecção, lembrei-me que as tantas o Sr. Ministro foi à Madeira tirar o chapéu a Jardim e inocentemente colocar seus parcos cabelos à prova de fogo. Mas aquilo arde que é feio, e temo por eles,(cabelos) é que pelos últimos focos de incêndio que se tem sucedido, suspeito que se o orçamento não aumentar o Jardim vai chamuscar…
    (Próximo capitulo sai brevemente)

  5. Alguém é capaz de avisar os jornalistas das televisões de que não há um, nem dois, nem três ou quatro “meios aéreos”; há meios aéreos. Ponto. E que os “populares” são pessoas? Quando é que aprendem a falar?

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *