Um laranjal de sucessos


Sérgio de Almeida Correia,

“Apesar de todos os sacrifícios, Portugal que passou de uma dívida de 94% do PIB em janeiro de 2011 para os atuais 132%, é um claro exemplo de que os diagnósticos da crise do euro estão errados, as terapias são contraproducentes e as regras da UEM, que permitem a fragmentação financeira e a anarquia fiscal da zona euro, são perfeitamente suicidárias.” – Viriato Soromenho Marques, no DN

 

Agora que troika “se foi embora”, o programa de ajustamento foi concluído com êxito, a situação estabilizou e os encómios ao primeiro-ministro não cessam, vem à tona o laranjal de sucessos que já motiva pedidos de explicações do deputado Luís Menezes (PSD).

 

(entretanto, aguardarei que os entendidos esclareçam o que se está a passar com os juros e como deverá ser ultrapassada esta situação que, com uma oposição adormecida e quando tudo corria sobre rodas, voltou a catapultar Portugal para as páginas da imprensa internacional) 

3 comentários em “Um laranjal de sucessos”

  1. Então é sacrifício passar de um cartão de crédito de 20 mil milhões para 10 mil milhões. Curiosa definição de sacrifício.
    É como aquele que faz dieta e continua a comer 1 bolos porque já cortou outro.

    A continuarem inconscientes assim vamos parar à Argentina mais rápido do que o Brasil. E esperem pela demografia, longevidade.

  2. Então mas esse deputado não é filho do Dr. Filipe Menezes, brilhante gestor da causa publica que perdeu as eleições autárquicas para um senhor que alegadamente andou a fazer churrascadas nas freguesias do Porto, a prometer mundos e fundos e inimigo fidagal do anterior presidente que ao que se sabe anda aí perdido num qualquer conselho que nada decide a não ser apelar a um consenso acerca dos próximos anos de saque e demagogia.

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    Não a culpa é a da Constituição, marcadamente ideológica, pró-socialista e que impede activamente que os empreendedores nacionais consigam trabalhar !

    Cá para mim foi o só…… e a sua maralha que fizeram mais umas despesas não orçamentadas em comes e bebes e puseram a conta no prego.

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  3. todas as opiniões enriquecem o conhecimento, mas clamar contra os que não nos perdoam as dividas depois de as termos alegremente feito e irresponsavelmente justificado parece-me meio obsceno moralmente reprovavel e tapar o sol com a peneira.
    temos metade da humanidade que não tem suficiente para comer e ganha 2€ por dia e julgamos que com estas regras vamos continuar a ter boa vida para todos?
    devemos manter um espirito jovem, mas menos por favor que parece mal.

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