Num mar de declarações sentidas pela perda de um dos mais marcantes e famosos portugueses do séc. XX, sobressaiu o desastre proferido por Mário Soares, que destacou Eusébio como um “homem de pouca cultura”, “que só percebia de futebol” e sobre o qual “não sabia estar doente”, embora “soubesse que ele bebia whiskey todos os dias, de manhã e à tarde”. (para quem não acredita, vejam vídeo)
Apetece perguntar o que se dirá quando Soares falecer. Eu proponho: “Morreu um gordo, com pretensões de intelectual, conhecido pela sua incontinência verbal”.

Mário Soares, ou por senilidade ou por revolta com o mundo dos ainda vivos, diz essas coisas “iluminadas”.
… e por ser um troca-tintas e um vigarista.
Pesquisei um pouco e cheguei à conclusão de que EUSÉBIO foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique quanto o sr. barroso soares era Presidente da República.
…quando… (e não quanto), obviamente
“…o que se dirá quando Soares falecer.” ?
Numa primeira fase dominará o laudatório. É da natureza de esse fenómeno.
Mais tarde biógrafos e historiadores, de acordo com credos e filiações, farão de sua “justiça” …
Que a terra lhe seja leve … também.
Um desbocado.
Deram-lhe estrado … agora aguentem.
Se compararmos com tiradas recentes, MS desta vez até me parece bastante lúcido.
Mário Soares , tão pouco culto que nunca quis saber de Contas Publicas nunca soube fazer nada, nem sequer dar pontapés numa bola.
Nos últimos tempos apela à violência e destruição.
Não sei se Mário Soares terá dito whiskey ou whisky. Talvez tenha sido uísque.
Disse whisky. Inglês, não irlandês.
Mas, ouvido de novo, não pronunciou mal.
“Uísque” pretende ser uma transcrição fonética? Poderia ser, então “uíske” ou “uiski”. Será melhor usar o IPA International Phonetic Alphabet*. A escrita não é uma transcrição fonética.
* Tanto “ph”. Pobre gente!
Não se diz nada. Faz-se uma reedição daquele célebre livro do Rui Mateus…
Há também alguma intolerância pelos desvarios de um idoso.
não entedo como com tantos amigos(ou serão da onça?) nenhum aconselha este velhote a retirar-se de borrar o lugar de destaque que já tem na desgraçada “democracia” pós Salazar.
Caro Pai
Da Democracia portuguesa
O Eusébio e a Pinga
Eis alguns colegas teus escritores ( embora, longe da tua craveira intelectual ), que padeceram e morreram de alcoolismo:
Sthefen King / Jack London / Raymond Chandler / Nelson Rodrigues / Charles Bukowski / Francis Scoot Fitezerald / Alexandre Dumas/ Mário Quintana /Edgar Allan Poe/ William Faulkner, etc
Mais papá do demoniocracia: – Ferannado Pessoa sofria colite hepática ( devido ao excesso de consumo de álcool)
E Joyce ou Hemingway…
E que escândalo foi quando o governo brasileiro da altura afastou Vinicius da carreira diplomática por causa do mesmo whisky…
Leste isto, Zé? É um texto que completa o teu e diz muito sobre as motivações mesquinhas de Mário Soares:
http://gremlin-literario.blogs.sapo.p t/156721.html?fb_action_ids=101520995705 44869&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%5B643894722315808%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map=%5B%5D
penso que o melhor será ignorar !
e, nessa altura, perguntar …
Quem é que morreu ? háaaa foi esse ? … … tá bem.
«Antes de o Real Madrid defrontar o Celta de Vigo, fez-se um minuto de silêncio no Santiago Bernabéu em homenagem a Eusébio, acompanhado por imagens do ‘Rei’ nos ecrãs do estádio e de uma música de Dulce Pontes.»
(dos jornais)
Quando o Balhelhas nos deixar nada disso acontecerá, de certeza absoluta.