A fase 1 da Guiné Equatorial acabou, vamos à fase 2: a CPLP deve expulsar o novo membro para evitar transformar-se num gang. Os motivos são os mesmos por que não deveria ter sido aceite e mais este aqui, acabadinho de me chegar: http://www.diariorombe.es/obiang-nguema-quien-quiere-perder-a-un-miembro-de-su-familia-sin-ninguna-razon/. Mas podem ver melhor aqui sem filtros: http://coupdegueuledesamuel.blogspot.pt/. Está em castelhano e francês, claro. Numa tradução livre para português poderia ficar assim: “Então, ó papalvos, vocês acham mesmo que eu ia acabar com a pena de morte? Mas que tansos!”
Um gangster na CPLP
modosdever,

A palavra certa é essa mesma que usaste em título, Fernando. Noutro contexto, ligeiríssimamente mais sofisticado, também caberia a palavra ‘capo’.
Não encontrei outra que pudesse significar o mesmo em castelhano e francês. Se souberes como se diz em fá d’ambô, agradeço. Abraço
E quem é que vai decidir a expulsão do gangster? Portugal sozinho?
Os mesmos que lutámos para que isto não acontecesse, Luís. Vamos empurrando, e logo se vê.
[Se o empurranço melhorar as coisas lá, melhor para as nossas costas.]
Poderia ser Portugal sozinho, sim, se Portugal tivesse mantido o seu capital de respeito e dignidade.
Como mero moço de recados do Brasil e agora de Angola será difícil.
Talvez sair.
Talvez sair, sim; é outra possibilidade, dependendo de como as coisas correrem agora.
E que dizer da escumalha de gangsters que tem governado este país desde o 25A ? Ou serão diferentes por falarem bem, terem colarinhos brancos bem engomados, serem brancos,…….
Um de cada vez, singularis.
Sei que a cáfila é longa, mas chegaremos lá………….
Também sou dessa opinião, William.
Bora lá colonizar esse bárbaro mundo outra vez!
Nós, que não nos governamos nem nos deixamos governar, temos uma legitimidade acrescida para para tal, porque, lá no fundo, a virtude está connosco.
E com os cowboys, que ainda esta semana levaram 2 (duas) horas a matar um gajo setencionado à pena de morte na sua modelar democracia.
Foi não foi? No berço(?) da democracia e tal e coisa e etecetra e tal.
Esta é, porventura, a pior argumentação sobre esta… (e agora vou parafrasear o nosso douto primeiro ministro)… matéria.
Não há que colonizar ninguém, Anónimo; há só que honrar princípios.