“Podem fechar a Assembleia da República. Não faz falta nenhuma.”
Ana Avoila, esta tarde.
3 comentários em “Um fascista não diria melhor”
Puro engano.
Já o referi num post do Pedro Correia, mas volto a enfatizar, porque é uma ideia recorrente e errada: – o fascismo não fechou a Assembleia da República, nem aqui, nem em Espanha, nem noutros países…
Os parlamentares portugueses eram eleitos, e constitucionalmente o órgão era legal, o problema era a sua representatividade pelo “processo eleitoral”.
Há uma diferença entre fechar um órgão e mantê-lo aberto, mas com representatividade questionável.
Essa ilegitimidade não é constitucional, porque já não o era no tempo do Estado Novo, não é uma ilegitimidade “de jure”, trata-se de um ilegitimidade “de facto”, que apenas pode ser avaliada na liberdade de manifestação popular nas ruas.
Essa afirmação de rua de Avoila, e a afirmação de cátedra de Assunção Esteves, denotam apenas dislates de ocasião.
Mas há um problema efectivo, porque a legitimidade representativa foi questionada pelo próprio sistema, via PR, que antecipa eleições para “calendário conveniente”.
A diferença face a um sistema fascista, é que o poder representativo nunca deve evitar ser relegitimado em eleições livres, sempre que esteja em causa.
Ah… e tal, mas isso impediria medidas impopulares – pois mas essa é a questão da democracia, quando se quer impor assumidamente políticas que vão contra a maioria dos votos, contra o prometido para os obter, é porque se perdeu a legitimidade democrática.
Puro engano.
Já o referi num post do Pedro Correia, mas volto a enfatizar, porque é uma ideia recorrente e errada:
– o fascismo não fechou a Assembleia da República, nem aqui, nem em Espanha, nem noutros países…
Os parlamentares portugueses eram eleitos, e constitucionalmente o órgão era legal, o problema era a sua representatividade pelo “processo eleitoral”.
Há uma diferença entre fechar um órgão e mantê-lo aberto, mas com representatividade questionável.
Essa ilegitimidade não é constitucional, porque já não o era no tempo do Estado Novo, não é uma ilegitimidade “de jure”, trata-se de um ilegitimidade “de facto”, que apenas pode ser avaliada na liberdade de manifestação popular nas ruas.
Essa afirmação de rua de Avoila, e a afirmação de cátedra de Assunção Esteves, denotam apenas dislates de ocasião.
Mas há um problema efectivo, porque a legitimidade representativa foi questionada pelo próprio sistema, via PR, que antecipa eleições para “calendário conveniente”.
A diferença face a um sistema fascista, é que o poder representativo nunca deve evitar ser relegitimado em eleições livres, sempre que esteja em causa.
Ah… e tal, mas isso impediria medidas impopulares – pois mas essa é a questão da democracia, quando se quer impor assumidamente políticas que vão contra a maioria dos votos, contra o prometido para os obter, é porque se perdeu a legitimidade democrática.
Tudo o resto é mera farsa retórica…
Será que a Aviola e o Nogueira são amancebados?
Pela linguagem similar parece!
… Mas que cria de monstrinhos!
Bora fechar a assembleia e criar já o soviete da avoila e do nogueira?E mandar os representantes do pacto de agressão pró campo pequeno.