«(…) a pensão dorreformados é a pensão dorreformados.»
Francisco Louçã
6 comentários em “Um estabelecimento hoteleiro?”
o seu post e a sua observação demonstram uma certa atenção e acompanhamento da actividade do louçã. não me lembro de ter visto observações do género sobre os “pó” (vendidos em vez de “para o”) e dos “memo” ( em vez de “mesmo”) do santana lopes. para dar um exemplo, porque ele há muito do “memo” por aí, se o tema lhe interessa.
Claro que quer chegar… tão simples como desviar o que desviado está, i.é aquilo que refere SL ) passou … e vai fazer história, a seu tempo, e não é decididamente este “o tempo”. No presente, é de facto, um F. Louçã, muito inteligente, mas enfatizando um discurso, até à náusea, e que demonstra um certo desnorte. Ora “malha” à direita, ora à esquerda e não passa daí (ainda bem). Também, como outros, terá o seu tempo.
Certo. Mas, afinal, o Carlos Cunha ainda não se lembra de ter visto observações do género, já se lembra de ter visto, andou distraído e não viu ou disse-o antes de procurar bem?
respondendo à sua questão, penso que existe alguma diferença entre “falhas fonéticas” e erros ou lapsos de cultura. O seu post sobre o louça é sobre uma falha fonética, perfeitamente aceitável durante uma discurso ou intervenção “inflamada”, não sobre qualquer erro ou lapso de cultura geral. quem se colocar a fazer posts sobre o assunto, vai ficar sem mais nada para fazer, tal vai ser o universo abrangido. era apenas e só isto que eu queria fazer chegar.
A questão não é minha, mas sua, visto que foi V. que a levantou logo no início, convém lembrar. Não fiz qualquer alusão a falha de cultura ou de conhecimento, pois é evidente que se trata de mais uma “falha fonética” aceitável. Mas é evidente que V. tem razão, só que eu nunca terei esse trabalhão, por uma razão muito simples: só anotarei (como tenho feito até agora) uma aqui e outra ali, por achar piada à dupla locutor/falha.
o seu post e a sua observação demonstram uma certa atenção e acompanhamento da actividade do louçã.
não me lembro de ter visto observações do género sobre os “pó” (vendidos em vez de “para o”) e dos “memo” ( em vez de “mesmo”) do santana lopes.
para dar um exemplo, porque ele há muito do “memo” por aí, se o tema lhe interessa.
O memo e quejandos têm sido sobejamente anotados no DO. E os violinos de Chopin também. Escapou-me algo ou V. quer chegar a qualquer coisa?
Claro que quer chegar… tão simples como desviar o que desviado está, i.é aquilo que refere SL ) passou … e vai fazer história, a seu tempo, e não é decididamente este “o tempo”. No presente, é de facto, um F. Louçã, muito inteligente, mas enfatizando um discurso, até à náusea, e que demonstra um certo desnorte. Ora “malha” à direita, ora à esquerda e não passa daí (ainda bem). Também, como outros, terá o seu tempo.
Certo. Mas, afinal, o Carlos Cunha ainda não se lembra de ter visto observações do género, já se lembra de ter visto, andou distraído e não viu ou disse-o antes de procurar bem?
respondendo à sua questão, penso que existe alguma diferença entre “falhas fonéticas” e erros ou lapsos de cultura.
O seu post sobre o louça é sobre uma falha fonética, perfeitamente aceitável durante uma discurso ou intervenção “inflamada”, não sobre qualquer erro ou lapso de cultura geral.
quem se colocar a fazer posts sobre o assunto, vai ficar sem mais nada para fazer, tal vai ser o universo abrangido.
era apenas e só isto que eu queria fazer chegar.
A questão não é minha, mas sua, visto que foi V. que a levantou logo no início, convém lembrar.
Não fiz qualquer alusão a falha de cultura ou de conhecimento, pois é evidente que se trata de mais uma “falha fonética” aceitável.
Mas é evidente que V. tem razão, só que eu nunca terei esse trabalhão, por uma razão muito simples: só anotarei (como tenho feito até agora) uma aqui e outra ali, por achar piada à dupla locutor/falha.