Há alguns dias, julgo que no Correio da Manhã, li uma crónica do Juiz Rui Rangel, pessoa que admiro, na qual se afirmava que os empregados do Banco de Portugal, entre outros, haviam recebido os famigerados 13º e 14º meses. Não é verdade no que aos reformados – também eles empregados da casa -, respeita.
Sou reformada daquela instituição e, até agora não recebi qualquer das referidas prestações.
Não sou porta voz do Banco, nem ninguém me encarregou de tal tarefa. Mas enquanto antiga trabalhadora julgo ser meu dever fazer esta clarificação.


Helena, isso foi notícia logo no início do ano. O objectivo é virar-nos uns contra os outros. Eu fico profundamente revoltada com as excepções mas começo a achar que há muito spinning por aí. Depois de uma notícia que saiu no DN sobre os privilégios da CP em pleno dia de greve e que afinal parecia que não era bem assim, fiquei sempre de pé atrás. Usam-nos para o que querem.
Tens razão Leonor, mas esta crónica é do dia 17 de Maio, portanto, de há três dias.
Em Janeiro, aqui mesmo, respondi que para os reformados não havia 13º nem 14º. Certamente porque precisamos menos ou deixámos de contar. Mas concordo contigo, as excepções só servem para confundir “a regra” e as pessoas. Não há paciência!
Só queria ressalvar que já tinham dito isso antes, Helena, e uma vez lançado o ‘boato’ é difícil pará-lo. Não há mesmo paciência.
Beijinhos