Um enorme passo para o regime, um pequeníssimo passo para as mulheres
Rui Rocha,
Isto é, Ana: em 2015 as mulheres sauditas poderão votar, se os maridos deixarem, nos candidatos que os maridos escolherem.
11 comentários em “Um enorme passo para o regime, um pequeníssimo passo para as mulheres”
When a man gives his opinion , he’s a man . When a woman gives her opinion , she’s a bitch “
Já não me lembrava de quem era esta, mas fui ver e parece ser da autoria daquela estrela de Jezebel e outros clássicos a preto e branco: a eterna Bette Davis .
Na Arábia Saudita e em tantos outros locais, Rui. Creio que por vezes é por demais fácil esquecermos que este modelo social que construímos é, em muitas vertentes, exclusivo de uma parcela algo restrita da população mundial.
Inteiramente de acordo, Rui. Isto é só uma – mais uma! – utilização das mulheres, num país onde elas continuam a não valer um caracol, a não ser para acalmar os ânimos em tempos conturbados.
Se não houver mais aspectos positivos, pelo menos, este “pequeníssimo passo” faz com que esta questão seja, mais uma vez, tema de muitas notícias, posts, comentários… E lembrar a realidade não só desse país mas de outros, onde ela não é muito diferente, já poderá ser uma ajuda para a mudança.
When a man gives his opinion , he’s a man . When a woman gives her opinion , she’s a bitch “
Já não me lembrava de quem era esta, mas fui ver e parece ser da autoria daquela estrela de Jezebel e outros clássicos a preto e branco: a eterna Bette Davis .
Na Arábia Saudita as mulheres são ainda aquilo que os homens quiserem. E servem, até, como é o caso, como moeda de troca utilizada pelo poder.
Na Arábia Saudita e em tantos outros locais, Rui. Creio que por vezes é por demais fácil esquecermos que este modelo social que construímos é, em muitas vertentes, exclusivo de uma parcela algo restrita da população mundial.
Sem dúvida, Hugo. Já para não dizer que não faltam exemplos dessa exclusão aqui, mesmo ao lado de nós.
Exacto!
Inteiramente de acordo, Rui. Isto é só uma – mais uma! – utilização das mulheres, num país onde elas continuam a não valer um caracol, a não ser para acalmar os ânimos em tempos conturbados.
Escudos humanos, mais uma vez, Ana.
Se não houver mais aspectos positivos, pelo menos, este “pequeníssimo passo” faz com que esta questão seja, mais uma vez, tema de muitas notícias, posts, comentários… E lembrar a realidade não só desse país mas de outros, onde ela não é muito diferente, já poderá ser uma ajuda para a mudança.
Sem dúvida, Ana.
O mundo uniu-se contra o Apartheid racial. Não o faz contra o sexual. Pinga muito o dinheiro do petróleo.
Alias basta notar a aliança Greenpeace-Sauditas contra o “Ethical” Oil
http://www.ethicaloil.org/news/saudi-ara bia-moves-to-censor-canadian-tv-ad/
http://www.theglobeandmail.com/news/poli tics/ethical-oil-ad-sparks-war-of-words-b etween-ottawa-saudis/article2173999/
http://www.youtube.com/watch?v=1SjZlqbDu dI&feature=player_embedded
Pinga é pouco. O caudal é grande, Lucky.