Um caso em que se justifica a equivalência


Rui Rocha,

6 comentários em “Um caso em que se justifica a equivalência”

  1. A equivalência a quê, ou a quem?
    O malandreco que dá estas respostas deixa bem claro que é demasiado fino para se deixar apanhar em qualquer situação de relvas ou equivalente.
    Se perguntado quanto a isso e resposta dele seria, provavelmente: Oh, you know, the grass is always greener on the other side of the road.

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