E que tal se o digníssimo «posteiro» e os pouco digníssimos comentadeiros se dessem ao trabalho de ler a entrevista? Um, escusaria-se a pôr um «post» de forma fútil (o que contrasta muito negativamente com a qualidade de tudo o que aqui põe); os outros, poderiam minimizar (evitar seria sempre impossível, dado o ódio visceral que constitui a sua essência como pessoas) os seus impulsos primários de fanáticos ideológicos que os leva até à ofensa pessoal gratuita. Refiro-me, especialmente, a dois comentadeiros: BELIAL e pita. ————————— P. S. Como não lerão a entrevista, sempre adianto que a mesma aconteceu a propósito da entrega a várias instituições ou grupos de concelhos do interior desfavorecido do remanescente entre as receitas e as despesas da campanha, que aconteceu um ano após o acto eleitoral: portanto, justifica-se, plenamente a curta entrevista; Sobre o conteúdo político da mesma, seria bom conhecerem o que disse sobre a acção do PR, Marcelo, e sobre o líder da oposição, Passos Coelho, por exemplo.
Meu caro, tive tanto trabalho durante o dia de ontem que não pude dar-me ao luxo desse incómodo. Não li nem sequer vi. O que escrevi, portanto, nada teve a ver com a entrevista. Que o ‘Público’ fez bem em concretizar, pois foi o único jornal que há um ano pôs a setinha para cima, englobando Sampaio da Nóvoa na galeria dos vencedores do escrutínio presidencial de 2016. Pela mesma lógica do ‘Público’, Otelo venceu a eleição de 1976, Soares Carneiro mereceu seta para cima em 1980, Freitas do Amaral foi “vencedor” em 1986, Basílio Horta figurou no quadro de honra de 1991, Cavaco co-venceu as presidenciais de 1996, Ferreira do Amaral viu a seta subir em 2001, e Manuel Alegre foi virtual triunfador nas eleições de 2006 e 2011.
Caro Pedro: Quanto à burrice do Público de há um ano, estou completamente de acordo consigo. Quanto à entrevista de ontem (Parte I), vale a pena lê-la. Aquilo nem chega a 1 página. Não para que mude a sua opinião sobre a pessoa, sei que é um «a priori» imutável, mas pela substância da mesma: aí sei que a sua inteligência saberá avaliá-la, apesar do «a priori». Hoje saiu a Parte 2, igualmente interessante, igualmente pequena. Para finalizar, traz uma ideia que retrata muito bem ao seu «post», e, em especial, os 2 tristes comentários, e cito de memória apenas a ideia, não as palavras: há hoje uma impossibilidade de as pessoas pensarem e discutirem, por isso ridicularizam tudo.
Olhe, curiosamente o Publico lembrou-se dele hoje… Coincidências!
:-p
Forte abraço
Não há coincidências…
Gajo esgazeado, discurso lírico de progressista, retrovisor abrileiro…
Claro ó burro: Nódoa
E que tal se o digníssimo «posteiro» e os pouco digníssimos comentadeiros se dessem ao trabalho de ler a entrevista?
Um, escusaria-se a pôr um «post» de forma fútil (o que contrasta muito negativamente com a qualidade de tudo o que aqui põe); os outros, poderiam minimizar (evitar seria sempre impossível, dado o ódio visceral que constitui a sua essência como pessoas) os seus impulsos primários de fanáticos ideológicos que os leva até à ofensa pessoal gratuita. Refiro-me, especialmente, a dois comentadeiros: BELIAL e pita.
—————————
P. S.
Como não lerão a entrevista, sempre adianto que a mesma aconteceu a propósito da entrega a várias instituições ou grupos de concelhos do interior desfavorecido do remanescente entre as receitas e as despesas da campanha, que aconteceu um ano após o acto eleitoral: portanto, justifica-se, plenamente a curta entrevista;
Sobre o conteúdo político da mesma, seria bom conhecerem o que disse sobre a acção do PR, Marcelo, e sobre o líder da oposição, Passos Coelho, por exemplo.
Meu caro, tive tanto trabalho durante o dia de ontem que não pude dar-me ao luxo desse incómodo. Não li nem sequer vi.
O que escrevi, portanto, nada teve a ver com a entrevista. Que o ‘Público’ fez bem em concretizar, pois foi o único jornal que há um ano pôs a setinha para cima, englobando Sampaio da Nóvoa na galeria dos vencedores do escrutínio presidencial de 2016.
Pela mesma lógica do ‘Público’, Otelo venceu a eleição de 1976, Soares Carneiro mereceu seta para cima em 1980, Freitas do Amaral foi “vencedor” em 1986, Basílio Horta figurou no quadro de honra de 1991, Cavaco co-venceu as presidenciais de 1996, Ferreira do Amaral viu a seta subir em 2001, e Manuel Alegre foi virtual triunfador nas eleições de 2006 e 2011.
Caro Pedro:
Quanto à burrice do Público de há um ano, estou completamente de acordo consigo.
Quanto à entrevista de ontem (Parte I), vale a pena lê-la. Aquilo nem chega a 1 página.
Não para que mude a sua opinião sobre a pessoa, sei que é um «a priori» imutável, mas pela substância da mesma: aí sei que a sua inteligência saberá avaliá-la, apesar do «a priori».
Hoje saiu a Parte 2, igualmente interessante, igualmente pequena.
Para finalizar, traz uma ideia que retrata muito bem ao seu «post», e, em especial, os 2 tristes comentários, e cito de memória apenas a ideia, não as palavras: há hoje uma impossibilidade de as pessoas pensarem e discutirem, por isso ridicularizam tudo.
Claro que diz:
– Um imenso bocejo!