29 comentários em “Um 91 inventivo”

    1. É uma especialidade de Caldas da Rainha! Cavacas. Vocês provavelmente é que são mal intencionados e pensam logo no Zé Povinho! Mas esse não faz parte da lanha ” do eucalipeto “

  1. Ora vêem a falta que um acordo ortográfico nos faz? Para que é que se fez o 25 de Abril, se um cidadão (digo, sidadão) já não pode escrever como quer, como desaprendeu, ou como sabe? A culpa é todinha da escrita, que adormeceu no tempo e não acompanha a fala.
    Verifica-se também que a pontuação é castradora, tal como a utilização de minúsculas.
    (Não fosse tão longe e eu, que estou a ficar sem lenha, telefonava a perguntar o preço e, se me conviesse, que se lixasse a escrita. Pior é o frio).

  2. A pessoa que escreveu isto se calhar comeu do pau que o diabo amassou e a família não lhe pode pagar a instrução. Por mim tenho mais medo de muitos analfabetos funcionais, doutores na asneira e na ciência burros. Que desgraçadamente não sabem lêr nem escrever nem contar. Em qualquer concurso de algibeira ao pé de uma 4ª classe de pé descalço com mais 1/2 século levam um súberebú vaílínhú.

      1. A letra tão bem desenhada indicia que não foi um licenciado de brinde que escreveu. O resto é próprio. Não há falta dessa leinha de eucalipetro .

  3. Uma vez vi um cartaz deste género, dizia: “Ah carvão”.
    Agora há uns na TV Memória com um programa “Há Conversa” (por “à conversa”, versão chique da correcta expressão “em conversa”).
    Todos se fazem compreender, afinal, muito mais do que julgam; na sua ingenuidade ou nas sua pretensão.
    Cumpts.

  4. Só pode ter sido escrito por um brasileiro a morar na linha e que escreve como pronuncia…

    Lanha (Linha, claramente. Se fosse cá de cima ainda saía uma leinha como já alguém referiu)
    Eucalipeto (Tipicamente brasileiro. Além de pronunciarem as letras todas, às vezes ainda acrescentam algumas).

    Lanha de eucalipeto, tá a ver, cara?

  5. Em Castanheira do Ribatejo esteve durante muito tempo um cartaz que anunciava: Vende-se ”vino”, mas alguém achou, e bem, que vinho estava mal escrito e emendou, fazendo uma gaivota entre o ‘n’ e ‘o’ para ”vineo”.

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