E não foram os únicos. Acho que a as chefias da segurnaça social e alguns militares fizeram o mesmo. Foi antes de Janeiro e dos cortes nos salários. Pergunto-me é o que é que vai acontecer a gente desta. Se há procedimentos disciplinares ou se ficamos cantado e rindo como sempre. Que nervos!
Nunca como hoje a opinião pública teve tanto peso. Vê lá se não puseram já os pensionistas vip a dar o seu contributozinho para a crise? Não podemos deixar passar estas coisas. Por um lado desabafamos e por outro ajudamos a criar massa crítica. Precisamos desta “massa” (já que nos tiram a outra) como do pão para a boca.
Este país é uma nódoa, Teresa. No ano passado, houve empresas públicas em que foram concedidos subsídios a algumas pessoas (de isenção do horário de trabalho, por exemplo), ou em que se efectuaram reestruturações de modo a acelerar a passagem de outras a cargos de chefia, apenas para compensar o corte nos salários. Em grande medida, é isto que torna quase impossível reformar o sector público: a teia de interesses e “amiguismo” é demasiado forte.
E não foram os únicos. Acho que a as chefias da segurnaça social e alguns militares fizeram o mesmo. Foi antes de Janeiro e dos cortes nos salários. Pergunto-me é o que é que vai acontecer a gente desta. Se há procedimentos disciplinares ou se ficamos cantado e rindo como sempre. Que nervos!
Nunca como hoje a opinião pública teve tanto peso. Vê lá se não puseram já os pensionistas vip a dar o seu contributozinho para a crise? Não podemos deixar passar estas coisas. Por um lado desabafamos e por outro ajudamos a criar massa crítica. Precisamos desta “massa” (já que nos tiram a outra) como do pão para a boca.
Por mim não passa nada! Inadmissível!!!!!!!!
Começo a perguntar-me se essa gente arranjista também tem necessidade de ser estúpida.
Só me apetece fugir para a Dinamarca.
Este país é uma nódoa, Teresa. No ano passado, houve empresas públicas em que foram concedidos subsídios a algumas pessoas (de isenção do horário de trabalho, por exemplo), ou em que se efectuaram reestruturações de modo a acelerar a passagem de outras a cargos de chefia, apenas para compensar o corte nos salários. Em grande medida, é isto que torna quase impossível reformar o sector público: a teia de interesses e “amiguismo” é demasiado forte.