Tudo esclarecido


Rui Rocha,

De acordo com um painel de sectários que se pronunciou sobre o assunto, a decisão de Maria Luís Albuquerque não é criticável porque respeita a separação de poderes: no Parlamento a função é legislativa mas na Arrow Global é não-executiva.

0 comentários em “Tudo esclarecido”

  1. O salário “simbolico” que se dá a um membro do governo (comparado ao que se dá a um responsável de uma empresa), não pagina com as “exigências” de recusa que se quer impor.
    Só há lógica, em empregar alguém que seja especialista e mais valia, naquilo que sabe fazer, não é?

  2. Manuela Ferreira Leite diz que há “ausência total de bom senso” por parte de Maria Luís Albuquerque porque, neste país, até se pode roubar mas, mantendo as aparências, até podem fazer de tudo Se… for feito “debaixo do pano”.
    Não esquecendo que nunca gramou Passos Coelho portanto, mesmo que não haja problema, tinha que arranjar algo depreciativo, para alguém escolhido por Passos… se fosse o Pacheco Pereira, será que dizia a mesma coisa?

    Como dizia Winston Churchill:
    “Socialism is the philosophy of failure, the creed of ignorance and the gospel of envy.
    E, neste gospel da inveja, quanto mais radical, mais insuportável se torna, alguém ter direito ou o atrevimento de se destacar do “rebanho” porque, alguma vez, Catarina arranjaria um cargo de Administradora, numa empresa privada? Como dizia o outro, da esquerda soft… “Jamé” 😉

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *