Trump pascoal


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Este é o dito pascoal, de hoje mesmo, de Donald Trump. O relevante não é o que temos a dizer sobre isto, nem um bater de asas de borboleta austral somos diante da política americana… Mas relevante é o que temos a dizer, a conviver, com aqueles nossos compatriotas e vizinhos que continuam a encontrar algo racional e até justificado na actual deriva norte-americana (nem mesmo o gago balbuciar de que “os aiatólas são malvados”). Porque me parece evidente que esses – dos ufanos do artigo  de opinião na imprensa, pago ou gratuito, à auto-gargalhada de podcast, até aos anónimos das catacumbas dos comentários digitais – são … infrequentáveis. Não por estarem errados. Mas por mera, modesta, indecência. Para quê ouvir ou ler qualquer  tralha que escrevam sobre qualquer outro assunto, por comezinho que seja? É que isto já chegou à pura questão da … higiene.

7 comentários em “Trump pascoal”

  1. Até no caos existe razão.
    Curioso o esforço para ir buscar os aviadores abatidos, pensava que o potus desprezava perdedores, e quem se deixa mandar abaixo vencedor não é.

    1. Suspeito que essa atribuição de “Pedro” que me é feita será uma pascoal praga para que venha eu a ser crucificado de cabeça para baixo…

  2. Ninguém cala este exemplar.
    Nem a ele nem ao russo.
    Ninguém os consegue isolar.
    A Europa coitadinha!
    Ao menos podemos dizer Viva España que mandou o tipo dar uma volta

  3. Está ali um cristão do caraças, como o próprio decerto diria, que até aproveita o Domingo de Páscoa para birra com asneiredo e blasfémias… Vai mesmo ficar na História, isso é certo.

    Frustrado no Nobel, é bem capaz de estar a candidatar-se a Anti-Cristo – mas nem para isso tem mérito suficiente: é demasiado lábil e grunho. Nenhum satanista que se preze votava nele.

    Sobre a “tralha”, é isso mesmo: o trumpismo militante apodrece tudo, mesmo o bucólico relato de um piquenique em família debaixo das amendoeiras em flor…
    Eu ignoro-os, passo por cima; se não é de todo possível, zurzo. Por higiene, evidentemente. Mas também por prudência: como são fundamentalmente estúpidos, quando não se responde aplicam sempre a explicação da regra dos dois simples, o “quem cala consente”.

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