A maior tragédia da candidatura de Donald Trump seria a sua eleição. Felizmente, tal começa a parecer improvável.
A segunda maior tragédia da candidatura de Donald Trump – como, de resto, da maioria dos populismos, sejam estes de direita ou de esquerda – é distorcer o debate, afastando-o dos temas e das soluções que verdadeiramente importaria discutir.
As políticas de Barack Obama, que Hillary Clinton prosseguirá, são passíveis de inúmeras críticas: o aumento exponencial da dívida, a que correspondeu apenas um crescimento tímido da Economia; os riscos gerados pela política financeira, de – não obstante a retórica em contrário – apoio a Wall Street; a estagnação dos níveis salariais; o recrudescimento da violência racial; a tendência para o aumento de impostos; as hesitações e contradições da política externa. Seria fundamental que existisse uma oposição à altura, chamando a atenção para estas e outras questões (mas questões verdadeiras, não as que se baseiam em números inventados ou em sensações, como o putativo aumento da criminalidade) e avançando com propostas alternativas, concretas e viáveis. No mínimo, a discussão forçaria o Partido Democrata a clarificar e a refinar propostas. Nada disso está a acontecer. As frases ocas de Trump, a sua incoerência e a sua incapacidade para manter a discussão no plano das ideias (invariavelmente, e ao melhor estilo autocrático, ele responde a críticas de cariz político com descabelados – perdoe-se-me o trocadilho – ataques pessoais) deixa terreno aberto a Clinton para que possa ser eleita não apenas com relativa facilidade mas sem ver o seu programa devidamente escrutinado.
Isto é terrível para a democracia. Os populismos são perigosos por criarem realidades alternativas e fazerem muitas pessoas acreditar no impossível, mas também por (1) levarem os adversários a entrar por seu turno na baixa política dos ataques pessoais e das promessas irrealistas (ou, a prazo, prejudiciais), (2) diminuírem a extensão e qualidade do debate sobre o que verdadeiramente é possível fazer, e (3) queimarem pontes para compromissos futuros. Mesmo que os populistas não vençam as eleições, a conjugação destes factores aumenta a probabilidade de que sejam (ou continuem a ser) implementadas políticas erradas. E o resultado de políticas erradas é o aumento da insatisfação e dos populismos. O círculo vicioso perfeito. O círculo vicioso em que o Partido Republicano se deixou aprisionar. (A terceira maior tragédia da candidatura de Donald Trump é o modo como fragiliza o partido de Abraham Lincoln, ainda que – sejamos honestos – o processo tenha começado antes dela.) O círculo vicioso que, com ligeiras variantes, elegeu o Syriza, deu força ao Podemos, ao UKIP, à AfD e à Frente Nacional, destruiu o PASOK e ameaça o PSOE, e poderá vir a esvaziar ou a fragmentar o PS, se – e talvez fosse mais adequado escrever «quando» – o falhanço da demagogia em curso forçar uma crise.

BONNIE & CLYDE
Quando é que os media param com as palhaçadas de pseudo-notícias e começam a noticiar os videos do Julian Assenge (Wikileaks) onde ele afirma ter provas suficientes para meter a Hillary Clinton na cadeia?
Não há mais pachorra para este jornalismo de pacotilha! Não defendo o Trump mas também não defendo a Hillary que representa a maior fraude e corrupção eleitoral dos últimos anos e não gosto nada da maneira 100% parcial como os media tratam os dois candidatos e os cidadãos.
Temos direito a uma informação imparcial e não a ser doutrinados como carneiros.
Que interesses se movem por trás da corrupta Hillary para estarem a aldrabar os cidadãos desta forma?
E inacreditável a baixaria destes jornalistas de terceira, existe uma campanha Anti Trump nos meios de comunicação terceiro mundista.
Eles INVENTAM, DETORPAM e MENTEM, vale tudo para fazerem do Trump o anti cristo e a criminosa Hilary de Madre Teresa,…
Inacreditável,…
E preciso explicar a estes jornalistazecos de terceira, que o povo Europeu não vota, pois dá-me a sensacao que eles não sabem disso, que as eleições vão ser realizadas no EUA e que temos o DIREITO de ser devidamente informados
Hillary e Bill são os Bonnie & Clyde da actualidade:
Hillary schocking pay-for-pay scheme al-hillarys-shocking-pay-for-play-scheme/
http://nypost.com/2016/08/09/emails-reve
How the Clinton Foundation got rich over the poor haitians 0/how_the_clinton_foundation_got_rich_of f_poor_haitians_387335.html
http://www.realclearpolitics.com/2016/07/2
Is the Clinton Foundation justa a Monney Laudering scheme? he-clinton-foundation-just-an-internatio nal-money-laundering-scheme/
http://thefederalist.com/2015/04/29/is-t
Clinton Foundation Piggy bank 659123/Slush-funds-pay-personal-consulta nt-Huma-Abedin-luxe-Caribbean-holiday-da ughter-Chelsea-payoffs-silence-Bill-s-se x-accusers-Hillary-used-donations-Clinto n-Foundation-personal-piggy-bank.html
http://www.dailymail.co.uk/news/article-3
Chega ou querem mais?
E que tal deixarem-se de demagogias e procurarem saber o motivo por que Wall Street e os árabes preferem a corrupta Hillary?
E que tal saber o motivo que Sanders e Trump concordavam na implementação do acordo Glass Seagall que limitava o poder aos Superbancos? E por isso Sanders foi afastado…
Isso não interessa…o que interessa é por a carneirada a olhar para as estrelas
E temos a narrativa Marxista bem ingerida.
Desde quando Obama e Hillary não são Populistas?
O endividamento não é Populismo?
O Racismo de Obama não é populismo?
Escreve que é preciso outro candidato para Hillary ser escrutinada.
Desde quando Obama foi escrutinado?
O candidato foram McCain and Romney bem polidos educados. Não se viu escrutínio algum.
Trump é precisamente essa consequência.
” ou em sensações, como o putativo aumento da criminalidade”
Quais “sensações”? é só ir ver as estatísticas -ainda não falsificadas mas lá chegaremos – sobre o aumento de violência nas principais cidades.
O que é isto? der-rates-rising-sharply-in-many-us-citi es.html
http://www.nytimes.com/2015/09/01/us/mur
Isto parou uma evolução de décadas na diminuição do crime.
Peço desculpa, devia ter aparecido como lucklucky.