“Graças à situação macroeconómica, as políticas da UE que deram indicações para se proceder desta forma, forçando-nos a um caminho que deu neste resultado”
“Se não tivesse havido uma coligação negativa para derrubar o governo, teria sido este a resolver sem necessidade de intervenção do Estado”
Faz sentido agora? Repare, isto são só uns meros 2 mil milhões, é imaginar um resgate internacional e três credores.
O que me incomoda não são os textos. O que me incomoda, mais, o que me revolta é a realidade que eles expressam. Ao longo das últimas décadas, o poder político e financeiro têm estado nas mãos de uma reles organização criminosa de malfeitores. Sem tirar nem pôr! Desafio o mais pintado a demonstrar o contrário. Desafio as pessoas de boa vontade a tirarem daí as consequências políticas. Mas este desafio não é um desafio de bazófia. É mesmo um desafio de revolta. Quem se não sente não é filho de boa gente.
O que me incomoda é que, que depois de 8 tentativas frustradas de resolver o problema com menor intervenção do estado (coisa que aparentemente ninguém contesta), se aceite como óbvio que teria sido mais barato resolver o problema há um ano atrás. Só porque os que lá estão agora dizem que já devia estar resolvido.
Não acho nada óbvio, e ainda não vi ninguém explicar porque é que resolver o problema o ano passado tinha saído mais barato. Se querem usar esse argumento, convém que o expliquem, porque falências e resoluções, normalmente, são soluções de último recurso.
2 textos desonestos. O primeiro e o último. E o do meio ainda não se sabe.
O do Publico. Que defende que os contribuintes paguem ao mesmo tempo que critica que os contribuintes paguem. Brilhante.
O de Bagão Felix que se faz de parvo ao não saber como é que o aumento de risco dos bancos foi incentivado por Estados que necessitam de mais e mais receitas. E depois quando vem a austeridade que é não mais do que diminuir um bocado do risco tem a lata de protestar.
Qual prefere?
“foi a crise e situação económica internacional”
“Graças à situação macroeconómica, as políticas da UE que deram indicações para se proceder desta forma, forçando-nos a um caminho que deu neste resultado”
“Se não tivesse havido uma coligação negativa para derrubar o governo, teria sido este a resolver sem necessidade de intervenção do Estado”
Faz sentido agora? Repare, isto são só uns meros 2 mil milhões, é imaginar um resgate internacional e três credores.
O que me incomoda não são os textos.
O que me incomoda, mais, o que me revolta é a realidade que eles expressam.
Ao longo das últimas décadas, o poder político e financeiro têm estado nas mãos de uma reles organização criminosa de malfeitores.
Sem tirar nem pôr!
Desafio o mais pintado a demonstrar o contrário.
Desafio as pessoas de boa vontade a tirarem daí as consequências políticas.
Mas este desafio não é um desafio de bazófia.
É mesmo um desafio de revolta.
Quem se não sente não é filho de boa gente.
o único com nível técnico aparece
no blog ‘Corta fitas’
os outros são
‘conversa para boi dormir’
O que me incomoda é que, que depois de 8 tentativas frustradas de resolver o problema com menor intervenção do estado (coisa que aparentemente ninguém contesta), se aceite como óbvio que teria sido mais barato resolver o problema há um ano atrás. Só porque os que lá estão agora dizem que já devia estar resolvido.
Não acho nada óbvio, e ainda não vi ninguém explicar porque é que resolver o problema o ano passado tinha saído mais barato. Se querem usar esse argumento, convém que o expliquem, porque falências e resoluções, normalmente, são soluções de último recurso.
3 textos que nada dizem. opiniões, mais opiniões …
2 textos desonestos. O primeiro e o último. E o do meio ainda não se sabe.
O do Publico. Que defende que os contribuintes paguem ao mesmo tempo que critica que os contribuintes paguem. Brilhante.
O de Bagão Felix que se faz de parvo ao não saber como é que o aumento de risco dos bancos foi incentivado por Estados que necessitam de mais e mais receitas. E depois quando vem a austeridade que é não mais do que diminuir um bocado do risco tem a lata de protestar.