6 comentários em “Três textos”

  1. Qual prefere?

    “foi a crise e situação económica internacional”

    “Graças à situação macroeconómica, as políticas da UE que deram indicações para se proceder desta forma, forçando-nos a um caminho que deu neste resultado”

    “Se não tivesse havido uma coligação negativa para derrubar o governo, teria sido este a resolver sem necessidade de intervenção do Estado”

    Faz sentido agora? Repare, isto são só uns meros 2 mil milhões, é imaginar um resgate internacional e três credores.

  2. O que me incomoda não são os textos.
    O que me incomoda, mais, o que me revolta é a realidade que eles expressam.
    Ao longo das últimas décadas, o poder político e financeiro têm estado nas mãos de uma reles organização criminosa de malfeitores.
    Sem tirar nem pôr!
    Desafio o mais pintado a demonstrar o contrário.
    Desafio as pessoas de boa vontade a tirarem daí as consequências políticas.
    Mas este desafio não é um desafio de bazófia.
    É mesmo um desafio de revolta.
    Quem se não sente não é filho de boa gente.

  3. O que me incomoda é que, que depois de 8 tentativas frustradas de resolver o problema com menor intervenção do estado (coisa que aparentemente ninguém contesta), se aceite como óbvio que teria sido mais barato resolver o problema há um ano atrás. Só porque os que lá estão agora dizem que já devia estar resolvido.

    Não acho nada óbvio, e ainda não vi ninguém explicar porque é que resolver o problema o ano passado tinha saído mais barato. Se querem usar esse argumento, convém que o expliquem, porque falências e resoluções, normalmente, são soluções de último recurso.

  4. 2 textos desonestos. O primeiro e o último. E o do meio ainda não se sabe.

    O do Publico. Que defende que os contribuintes paguem ao mesmo tempo que critica que os contribuintes paguem. Brilhante.

    O de Bagão Felix que se faz de parvo ao não saber como é que o aumento de risco dos bancos foi incentivado por Estados que necessitam de mais e mais receitas. E depois quando vem a austeridade que é não mais do que diminuir um bocado do risco tem a lata de protestar.

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