Tremores


cadernoelastico,

É impressão minha, ou a falta de estragos decorrentes do sismo prova que este país afinal até evoluiu nos últimos anos?

13 comentários em “Tremores”

  1. Acho que é impressão sua, Ana. Consta que a falta de estragos se deve ao facto do epicentro ter sido a cerca de 100 km da costa. Se tivesse sido em terra, creio que teria a prova que, afinal, o país não evoluiu assim tanto nos últimos anos.

      1. «O último grande que provocou danos no território continental português foi o de 28 de Fevereiro de 1969, que teve epicentro na zona do Goringe (mais propriamente na planície abissal da Ferradura) e magnitude estimada (de acordo com os diferentes autores) entre 6,5 e 7,5.»

        http://w3.ualg.pt/~jdias/GEOLAMB/GA5_Sismos/57_Portugal/572_SismicidPort.html

    1. Ana, não subestimando (outra palavra-daquelas ) o post da Ana Margarida, o seu comentário deixou-me preocupada – não é que eu , por cá, continuo a sentir os sismos, não ando a evoluir nada…;))
      Agora a sério, Ana Margarida, de acordo com o “site” do Centro Sismológico Euro-Mediterrâneo – “O sismo de magnitute 6 na escala de Ritcher teve uma profundidade de 30 quilómetros e teve epicentro no mar, a 127 quilómetros a Sudoeste de Lagos e a 243 quilómetros a Sul de Setúbal. Na escala de Richter, uma magnitude entre 6 e 6.9 pode ter como resultado no epicentro a queda de edifícios e fendas no chão” – a propósito desse sismo e com essa nformação veio-me à memória um outro, não comparável por muitas variantes, mais rececente do que o de 1969 – no próximo ano a 1 de Janeiro fará 30 anos- tive curiosidade em rever os valores. Segundo o centro de vulcanologia da Universidade dos Açores – “O sismo do dia 1 de Janeiro de 1980 teve intensidade 7.2 na escala de Richter e uma profundidade hipocentral estimada de 10 km e com epicentro situado no mar cerca de 35 km a SSW de Angra do Heroísmo”- Nem falo dos estragos que foram catastróficos tenho pessoas da minha família que vivenviaram e nunca mais esquecem…

  2. Na minha modesta opinião, não se trata de uma questão de evolução… tivemos foi mesmo aquilo a que se designa cientificamente por “uma sorte do caneco”… Se o epicentro algum dia destes se lembra de ser em terra, estamos bem tramados, quer-me cá parecer…

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