Transportes públicos? (13)


jmmcc,

 

Um transporte familiar, ao contrário do que é comum dizer-se, não é necessariamente caro. Nem tem de ser grande e difícil de estacionar…

15 comentários em “Transportes públicos? (13)”

  1. Se não estou enganado, aquela carreira, a 72431, é a que faz Conde-Barão/Pampulha… mas, como já não utilizo os transportes públicos desde o tempo dos “Chora”… posso estar a fazer confusão…

    1. Acontece-me o mesmo, pelo que não posso confirmar. A última vez que utilizei um transporte público foi da Boavista para a Foz, quando ainda havia eléctricos. Ainda há eléctricos?…

  2. Para mim, a coisa mais desagradável na ultilização de transportes públicos está bem à vista nesta imagem, na figura pendurada do lado esquerdo. Se repararem, tem a face verde, o que significa que está enjoado. E a mim, que nunca enjoei na minha vida em transporte nenhum, a única coisa que me agonia (até ao vómito) são os cheiros intensos a humanidade – digamos assim – próprios destes ajuntamentos forçados.

      1. Engana-se, caro zedeportugal, conheço perfeitamente a moça da esquerda; é a Rita Marcia Carvalhal de Menezes Araújo e Pescilânio, Policarpo, descende de famílias nobres cuja origem se perde nas poeiras da Historia, anteriores à chegada dos Fenícios a Vila Nova de Foz Côa.
        Aquilo que a si lhe parece um sinal evidente de enjoo, não passa de uma máscara facial, hidratante, à base de abacate, da Vichy. A indumentária, é inteiramente originária da casa Christiane Dior, a mala é Gucci e a fragância é o Cuir de Russie, da Chanel.
        O facto pelo qual a Rita utiliza aquele meio de transporte, deve-se a ter sido a unica forma eficaz que encontrou, para evitar os paparazzi.
        Diga lá ca mecinha não é inteligente…

  3. «Familiar»? Não me digas que o pobre do condutor, além de ser também o ‘cobrador-com-a-senha-na-boca’, ainda é o pai de família daquela malta toda? Quantos são, quantos são?…

    1. Parece que o “veículo” está a ser conduzido por um humano, mas o que na realidade acontece, é que a imágem mostra-nos o expoente máximo da técnologia rodoviária compotorizada.
      O que parece ser um homem a conduzir, é na realidade um robôt em cuja ranhura, ou bocal, cada passageiro introduz um ticket préviamente programado. O robôt está equipado com um sistema informático que lhe permite fazer a gestão do percurso, conforme os destinos desejados pelos passageiros, os quais vão descendo em andamento conforme os mesmos vão sendo atingidos.
      Digam lá se os asiáticos não andam sempre uns furos mais à frente?!

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *