Tragam os capacetes


Sérgio de Almeida Correia,

No tempo do Eça ainda havia assuntos que entre cavalheiros se podiam resolver à bengalada. Também havia quem os fosse resolver na cozinha. Com a criadagem. Mas hoje em dia há quem queira resolvê-los à bofetada, naqueles se incluindo o delito de opinião. Mas a bem dizer, com um nível destes, isto só lá vai à morteirada. E não sei se será suficiente.

Há atitudes que são tão más e tão inaceitáveis numa democracia e num governo democrático que não se pode perder tempo a explicar ou a procurar razões para a acção, sob pena de ficarmos todos estúpidos. 

0 comentários em “Tragam os capacetes”

  1. Promessa de ​”bofetadas” leva deputado do PSD a pedir a demissão de João Soares.

    Que se demita, já.

    Faz um favor ao governo e ao país!

  2. “Quem se mete com o PS leva”

    O Dinheiro é do Estado, é do PS”

    De facto é uma questão de cultura.

  3. Deixe-me dizer-lhe que li com bastante agrado a acção política do ministro da cultura.

    Esta atitude atribuo-a ao período de reflexão Pascal que certamente João Soares deve ter dedicado.
    E digo certamente porque desde 1999 que ele não tinha possibilidades de cumprir a promessa feita.
    Pois está claro que estando em posição adequada e havendo mais orçamento agora nada melhor que cumprir com o prometido.

    Fico admirado com o facto de se criticarem os políticos por prometerem e não fazer, e quando decidem converter-se todos lhes caem em cima.

    Não há dúvida nenhuma que o período Pascal pode ser um sinal de contradição.

    Mas como caminhamos para o Pentecostes não me admira que haja quem queira antecipar o acontecimento com línguas de fogo, ou escrita de fogo. Mas isto não tem fundamento teológico. E não tem porque Pentecostes significa quinquagésimo dia. Todos sabemos que estamos bem longe dessa data.

    Por favor, deixem que os políticos cumpram as promessas!

  4. Chamar bêbedo a Seabra por interposta “amiga” que terá escrito um texto que ninguém encontra é de uma falta de categoria que, sinceramente, ultrapassa a do pai dele. É esta arrogância e sobranceria balofa que agora tomou de assalto o parlamento, a bancada parlamentar e o friso quinzenal de nulidades pendurado na galeria do governo. São sempre donos da verdade, são os únicos que estão certos e assaltaram o poder inventando uma representatividade popular que não existe (Com 50% de abstenção toda aquela tropa fandanga de funcionários públicos não chega a 25% do que realmente “acham” os Portugueses), inventando todo um conjunto de insucessos ao governo anterior, sempre ajudados pela má-qualidade e benfiquismo natural da nossa comunicação social que nunca chegou a descobrir “os milhões de Portugueses que Passos Coelho atirou para a pobreza”. Ao contrário até há casas vazias em Penela para dar a estrangeiros. A República (mãe da bandeira mais feia e burocrática do mundo), A Constituição e o Parlamento são hoje instituições presas à cartilha marxista, a noções caducas e inconsequentes de progresso e inimigos de Portugal e dos Verdadeiros Portugueses.

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