“Cada um fazia o que queria?” O Estatuto do Deputado, como aliás decorre da Constituição, é claro: o deputado só responde perante a sua consciência, não perante nenhum directório partidário. Admitir o contrário seria perverter a democracia.
Ó Pedro Correia, deixe-se de romantismos! O Estatuto do Deputado, um documento dos tempos do PREC! Quem é que se vai guiar por tal coisa?!
O Pedro Correia não é deputado, pois não? É um eleitor, tal como eu. Ora nós, os eleitores, Pedro Correia, temos interesse em garantir que aqueles partidos em quem estamos a votar agem de acordo com aquilo que nós esperamos deles – e não de acordo com as idiossincracias pessoais de cada um dos seus deputados. Não é?
Se eu fosse deputado, também defenderia esses lindos princípios – votar conforme me desse na minha real gana. Mas eu não sou deputado, sou eleitor. E eu, como eleitor, tenho interesse em saber em quem estou a votar. E eu voto num partido, não voto num deputado. Portanto, espero e desejo que esse partido tenha primazia sobre as personalidades idiossincráticas dos seus deputados.
Isso conduzir-nos-ia a lindos tempos, em que cada um fazia o que queria, sem obedecer a hierarquias nem responsabilidades.
Como no tempo a seguir ao 25 de Abril, em que havia greves selvagens (i.e. sem declaração de greve).
Nenhum partido poderia negociar nada com outro, porque estaria sempre sujeito a deputados trânsfugas.
“Cada um fazia o que queria?” O Estatuto do Deputado, como aliás decorre da Constituição, é claro: o deputado só responde perante a sua consciência, não perante nenhum directório partidário. Admitir o contrário seria perverter a democracia.
Ó Pedro Correia, deixe-se de romantismos! O Estatuto do Deputado, um documento dos tempos do PREC! Quem é que se vai guiar por tal coisa?!
O Pedro Correia não é deputado, pois não? É um eleitor, tal como eu. Ora nós, os eleitores, Pedro Correia, temos interesse em garantir que aqueles partidos em quem estamos a votar agem de acordo com aquilo que nós esperamos deles – e não de acordo com as idiossincracias pessoais de cada um dos seus deputados. Não é?
Se eu fosse deputado, também defenderia esses lindos princípios – votar conforme me desse na minha real gana. Mas eu não sou deputado, sou eleitor. E eu, como eleitor, tenho interesse em saber em quem estou a votar. E eu voto num partido, não voto num deputado. Portanto, espero e desejo que esse partido tenha primazia sobre as personalidades idiossincráticas dos seus deputados.
Ó Lavoura, a vida parlamentar não é bem como a vida no campo.
Somos dois…