3 comentários em “Toca a festejar, malandragem”

  1. Lendo o texto, e observando a foto do bicho, várias imagens surgiram em minha mente. Na realidade o que não falta em nosso território são abutres: temos de pequena, média e grande dimensão. Todos eles têm uma característica em comum: alimentam-se de mortos, mas matam primeiro.
    No entanto há uma pequena alteração: o período de incubação passou a ser aleatório. Creio que isto tem que ver mais com a tradição que com as alterações climáticas.
    Contudo, associado às anteriores características, há uma enorme fila de espera para a rapinagem. São aqueles outros bichitos da mesma espécie que, por escasso ser o alimento, estão à porta dos abutres consagrados, para lhes prestar préstimo e lá lhes vão rendendo homenagens públicas. Sim, nos aspirantes à rapinagem, nã lhes falta o instinto. Nã falta nã.
    Estes animaizitos possuem um forte grau de obediência e hierarquia, e parecem ter penas angelicais.

    Mas há uma outra espécie cujo discurso parece ser aberto e democrático, mas tudo com conta peso e medida (não vá faltar às castas):

    http://expresso.sapo.pt/se-trabalharem-muito-podem-roubar-mas-so-um-bocadinho-diz-ministro-aos-funcionarios=f747204

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