0 comentários em “Tó Seguro, por seu lado, apareceu remoçado”
Uma daquelas situações… que até, eu, arriscava ser mosca… SÓ por um minutinho… mas… posso sonhar… que a vingança pode ser o tal “pratinho que se come frio” e, hoje, ele até levava uma… caneta de gelo… Garanto que todos os dias luto contra esta minha imaginação maquiavélica… mas, por estas e, por outras… ainda devo ir parar ao Inferno
Rui Rocha: Punhaladas? Com o processo mais aberto e democrático que houve em Portugal para a escolha de um líder político? Há semanas, o 1.º ministro da Austrália foi removido do cargo porque outro militante do Partido Trabalhista fez o que o Costa fez. Hoje é líder do partido e 1.º ministro sem ter havido eleições. Um sacrilégio entre nós. Na Austrália, Canadá, um pouco por todo o lado nos países de tradição política anglo-saxónica é assim. Até na vilipendiada Grécia o Tsipras tomou posse no dia seguinte ao acto eleitoral e já apresentou o Programa no Parlamento. Temos a Via Verde, o SIBS (que a Holanda, p. ex. não tem), um dos mais eficazes sistemas bancários (na parte administrativo-funcional) assim como uma das mais eficazes máquinas fiscais: de fazer inveja aos gregos. Aqui, entretemo-nos muito com jogos florais e com posts como o seu, enquanto nos queixamos da degradação do sistema político e do seu anacronismo. Apetecia-me dizer um palavrão. Mas procuro ser sempre educado e respeitar os outros. Sei que estou em casa alheia e no meio de gente civilizada.
Há coisas que não têm a ver com política mas com carácter, a desculpa de Seguro ter ganho as eleições europeias por pouco foi, francamente, muito fraca e, Costa abandonar o mandato da Câmara de Lisboa, para o entregar a um, não eleito pelos cidadãos, só mostrou o que verdadeiramente interessa a esta parte do PS, portanto, só ficou confirmado que agora, ele vá conseguir menos que Seguro… quase me apetece dizer a frase do Pedro Correia: Com António José Seguro, os socialistas ganhavam poucochinho. Com António Costa, perdem muitinho.
Isa: Fernando Medina foi eleito, era o 2.º da lista. Quando o 1.º sai, seja por que razão for, entra o 2.º. Ou fazemos eleições por dá cá aquela palha. A legitimidade dos candidatos das listas é semelhante.
Uma daquelas situações… que até, eu, arriscava ser mosca… SÓ por um minutinho… mas… posso sonhar… que a vingança pode ser o tal “pratinho que se come frio” e, hoje, ele até levava uma… caneta de gelo…

Garanto que todos os dias luto contra esta minha imaginação maquiavélica… mas, por estas e, por outras… ainda devo ir parar ao Inferno
Se o tipo de matéria para a prova de ingresso for esse, já tenho lá lugar cativo
Rui Rocha:
Punhaladas?
Com o processo mais aberto e democrático que houve em Portugal para a escolha de um líder político?
Há semanas, o 1.º ministro da Austrália foi removido do cargo porque outro militante do Partido Trabalhista fez o que o Costa fez. Hoje é líder do partido e 1.º ministro sem ter havido eleições.
Um sacrilégio entre nós.
Na Austrália, Canadá, um pouco por todo o lado nos países de tradição política anglo-saxónica é assim.
Até na vilipendiada Grécia o Tsipras tomou posse no dia seguinte ao acto eleitoral e já apresentou o Programa no Parlamento.
Temos a Via Verde, o SIBS (que a Holanda, p. ex. não tem), um dos mais eficazes sistemas bancários (na parte administrativo-funcional) assim como uma das mais eficazes máquinas fiscais: de fazer inveja aos gregos.
Aqui, entretemo-nos muito com jogos florais e com posts como o seu, enquanto nos queixamos da degradação do sistema político e do seu anacronismo.
Apetecia-me dizer um palavrão.
Mas procuro ser sempre educado e respeitar os outros.
Sei que estou em casa alheia e no meio de gente civilizada.
Ups. Desculpem. Disse punhaladas quando queria referir-me a acupunctura.
Rui Rocha:
Quando se é apanhado de calças na mão fica-se numa situação incómoda.
Eu percebo-o.
Normalmente assobia-se para o ar.
Há coisas que não têm a ver com política mas com carácter, a desculpa de Seguro ter ganho as eleições europeias por pouco foi, francamente, muito fraca e, Costa abandonar o mandato da Câmara de Lisboa, para o entregar a um, não eleito pelos cidadãos, só mostrou o que verdadeiramente interessa a esta parte do PS, portanto, só ficou confirmado que agora, ele vá conseguir menos que Seguro… quase me apetece dizer a frase do Pedro Correia: Com António José Seguro, os socialistas ganhavam poucochinho. Com António Costa, perdem muitinho.
Isa:
Fernando Medina foi eleito, era o 2.º da lista.
Quando o 1.º sai, seja por que razão for, entra o 2.º.
Ou fazemos eleições por dá cá aquela palha.
A legitimidade dos candidatos das listas é semelhante.