Tira a máscara, põe a máscara


Pedro Correia,

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O Governo, ansioso por dar enfim uma boa notícia aos portugueses, decretou um novo “Dia da Libertação” da pandemia, após um ensaio falhado, por ocasião das eleições autárquicas. Desta vez a quatro dias da celebração do 25 de Abril, o que se adequava à efeméride. E a reboque do que decidira na véspera o Executivo espanhol: fim aos testes gratuitos, fim ao uso obrigatório das máscaras em espaços fechados excepto em casos muito excepcionais, fim à exigência de preenchimento de formulários aos milhares de estrangeiros que diariamente entram no País. 

Agiu assim incumprindo a própria meta que estabelecera. O termo das restrições ocorreu quando havia 28,8 óbitos por milhão de habitantes oficialmente registados como vítimas de covid-19 – e não 20, como fora antes fixado.

Entretanto já se fala em sexta vaga da pandemia. O famigerado “índice de transmissibilidade” situa-se agora nos 1,17. Nas últimas 24 horas registaram-se 26 mortes atribuídas ao coronavírus e 25 mil novas infecções confirmadas. Portugal é o único país da Europa com tendência crescente de novos contágios e novos óbitos. Enquanto aumenta a pressão nas urgências hospitalares na sequência da decisão do Governo de pôr fim aos testes gratuitos nas farmácias. 

 

Enfim, nova sucessão de trapalhadas.

Agora já se fala na reposição dos testes gratuitos, na antecipação da quarta dose da vacina para pessoas acima dos 60 anos e até se equaciona o regresso ao uso obrigatório de máscaras na generalidade dos espaços fechados. 

Voltamos ao mesmo: legisla-se ao sabor dos ventos dominantes, sem bases científicas irrefutáveis a fundamentar cada medida, talvez por falta de consenso entre os especialistas, deixando os cidadãos entregues ao seu próprio critério. Nenhum protocolo de segurança sanitária foi definido para as empresas, nomeadamente as que têm atendimento ao público e proporcionam escassas condições de arejamento, não faltando procedimentos diferentes até dentro do mesmo ramo.

 

Põe a máscara, tira a máscara? Cada um por si, Deus vela por todos. O Governo, nem por isso. Afinal já nos garantiram tudo e o seu contrário, passando do oito ao oitenta, e vice-versa. Desde a «falsa sensação de segurança» proporcionada pelas máscaras até à sua utilização obrigatória ao ar livre, mesmo nas situações mais absurdas. Com o Supremo Hipocondríaco da Nação em manifesto excesso de zelo, passando o tempo todo na praia de cara tapada. 

Populismo para vários gostos, com e sem máscara. E desorientação geral, à espera do que se decidir em Espanha. Enfim, nada de novo.

76 comentários em “Tira a máscara, põe a máscara”

  1. A política de saúde (e não só) deste governo é um desastre absoluto com 2 figurinhas mesmo tristes de seu nome Marta Temido (a ministra que sempre colocou os seus preconceitos ideológicos à frente do bom senso e do que seria melhor para os portugueses) e Graça Freitas, personagem que já deveria ter sido demitida há imenso tempo, após tantas afirmações contraditórias e tantos episódios absurdos como aquele do elevador ou a da tentativa de beber água sem tocar na garrafa… Mas temos o que escolhemos, pois demos uma maioria a este grupo de nulidades. SNS em rotura de norte a sul, listas de espera cada vez maiores, aumento do número de portugueses sem médico de família,… É este o legado míseravel deste governo na saúde! Exceção para a vacinação onde, quer se goste ou não, foi preciso afastar o nomeado do sistema de boys partidários para colocar lá um militar competente e onde a predisposição dos portugueses para serem vacinados foi absolutamente determinante – se existissem por cá tantos “anti-vacina” como nos EUA, por exemplo, eu queria ver onde andavam esses records de vacinação… Mas pronto vamos fazer de conta que somos todos tolinhos e que não percebemos isso.

    1. O processo de vacinação foi um sucesso, isso é inequívoco. E a adesão foi quase total: felizmente os chalupas antivacinas só foram muito vociferantes nas redes sociais, replicando os congéneres dos EUA.
      Ao vivo e a cores, devidamente identificados, comportaram-se sem chalupice, muito à portuguesa: acorreram à chamada e lá foram vacinar-se no dia aprazado, sem fazer ondas, enquanto à noite voltavam a proclamar o ódio às vacinas no vasto oceano anónimo das redes sociais.

  2. Após o levantamento da obrigatoriedade de usar a máscara em espaços fechados, eu não deixei de a usar. Mas 80% das pessoas com quem me cruzo, deixou. Resumindo, veio a Covid, depois de uma data de tempo cheia de precauções, cuidados e caldos de galinha. Valeu de muito.
    Agora ando sem máscara enquanto me enquadro no período de imunidade e defesas em alta. Seis meses, disseram, três talvez?
    Quero ver para quando será o retrocesso.

    1. Cada um por si. Funciona talvez em países como a Suécia, onde nunca houve utilização obrigatória de máscara, mas não na nossa sociedade, onde não-proibição equivale a liberalização para a grande maioria das pessoas.

      Passaram do zero (máscaras não protegem) para o oitenta (todos sempre de máscara em todo o lado, até em casa e no carro e na praia, como fazia o PR) e agora baixaram drasticamente para o oito (só nos hospitais, lares e transportes públicos) sem obedecerem aos critérios que haviam estipulado (isso suceder só com 20 óbitos diários e não com os 28 registados no próprio dia em que anunciaram a medida).

  3. Eu ainda uso máscara mesmo que o governo decidisse que podíamos tirá-la. Eu ainda trago uma série de máscaras na carteira, o gel e preocupo-me de fazer a higiene em relação a isso. Tenho a minha opinião em relação a… mesmo concordando ou discordando irei sempre ir ao “sabor do meu vento”.

    1. Essa é a cidadania responsável. Acontece que a própria norma que prevê utilização obrigatória de máscara nos transportes públicos é desrespeitada impunemente. Começando nos turistas, que se estão nas tintas para as regras aqui existentes, aplicando as dos seus países de origem.
      As chamadas autoridades sanitárias assobiam para o lado enquanto voltam a ser forçadas a debitar estatísticas pouco auspiciosas sobre infecções ou óbitos. As mesmas autoridades que chegaram a obrigar-nos a ir para a praia de máscara e a impedir pescadores desportivos ou surfistas de manterem estas actividades ao ar livre, sem qualquer risco infecto-contagioso.

  4. fim aos testes gratuitos, fim ao uso obrigatório das máscaras em espaços fechados

    Pois, mas esqueceram-se de pôr fim às quarentenas de infetados com o salário (parcialmente) pago pela Segurança Social (isto é, pelo dinheiro que todos nós mensalmente descontamos para quando estamos doentes). Como o pessoal adora passar uns dias em casa, continua a querer fazer um teste mal tosse um bocadinho mais (o que em maio, mês das alergias, até é normal que tussa), na esperança de que o teste dê positivo.

    O que faz falta é acabar com as quarentenas. Só deve ter direito a ficar em casa quem esteja efetivamente doente.

  5. havia 28,8 óbitos por milhão de habitantes oficialmente registados como vítimas de covid-19

    Oficialmente registados, diz muito bem. Toda a gente atualmente sabe que a imensa maioria desses óbitos se deve à velhice dos falecidos e não ao sars-cov-2. Com o esquema utilizado de contabilização de óbitos nominalmente devidos à covid-19, o número de óbitos será sempre mais ou menos proporcional ao número de infetados e, se este é grande, então o número de óbitos “oficialmente registados” também o será.

    Toda esta questão da covid-19 é uma miserável patranha para enganar lorpas mas, felizmente, atualmente os jornalistas já estão menos crentes.

    1. Segundo comentário seu. “Velhice”, que eu saiba, não é doença. A menos que comece a tornar-se requisito para começar a eutanasiar a malta.
      Já houve quem se lembrasse de coisas ainda mais tenebrosas.

      1. “Velhice” não é doença

        Pois não, mas causa a morte. Ambos os meus pais morreram de velhice. Ele do coração, ela dos intestinos. Em ambos os casos, os órgãos estavam velhos de mais para funcionarem.

  6. país pobre e mal alimentado.
    deviam observar a capacidade imunológica
    em lugar da faixa etária.
    1 em cada 4 portugueses elegeram uma maioria absolutamente capaz

  7. Enfim, nova sucessão de trapalhadas.

    Não. Até agora não houve trapalhada. O governo eliminou certas restrições e não voltou atrás com a sua decisão. O que quer dizer que o governo mantém, corretamente, que a sua decisão foi acertada, como de facto foi.

    Só haverá trapalhada se o governo voltar atrás, voltar a introduzir restrições. O que espero que não aconteça.

    1. Terceiro comentário seu. Até agora o registo de trapalhadas é tão vasto que as hiperligações deste meu texto abrangem apenas uma pequena parcela do que foi ocorrendo nestes dois anos.
      A maior das trapalhadas é esperar sempre pelas decisões do Governo espanhol para aqui anunciar o mesmo 24 horas depois, como ainda agora aconteceu nos dias 20 e 21 de Abril.

      1. Até agora o registo de trapalhadas é tão vasto

        Sim, é, mas não desta vez. Desta vez não houve trapalhada nenhuma: o governo tomou uma decisão e manteve-a.

        A maior das trapalhadas é esperar sempre pelas decisões do Governo espanhol para aqui anunciar o mesmo 24 horas depois

        Não. Isso não tem mal nenhum. Não há mal nenhum em seguir uma decisão acertada do governo espanhol. Só há mal quando se segue uma decisão errada do governo espanhol.

        1. Sexto comentário seu. Ir a reboque de Espanha não é mau: é péssimo. O próprio governo espanhol é uma trapalhada de alto a baixo, afundado em escândalos vários desde o início.
          E a gestão sanitária seguida por Sánchez foi tão desastrosa que Espanha chegou a ter as piores estatísticas sobre a pandemia a nível mundial.
          Esperar pelo Palácio da Moncloa para tomar decisões no palacete de São Bento é pouco ou nada recomendável.

  8. deixando os cidadãos entregues ao seu próprio critério

    É bom que assim se faça. Nada haveria a criticar ao governo se ele sempre tivesse agido assim. As pessoas e as empresas deveriam ter sido deixadas entregues ao seu próprio critério.

    1. Quarto comentário seu. Típica visão de funcionário público, que imagina a vida empresarial portuguesa pelo padrão hiper-regulamentado da administração pública. A inexistência de regras internas para os locais de trabalho, porque o governo lavou literalmente as mãos do assunto, deixa essas decisões ao critério arbitrário da entidade patronal, que impõe normas draconianas (todos com máscara, todos sem máscara) a seu bel-prazer, mesmo em locais de permanente atendimento ao público, sem arejamento adequado ou ventilação que permita prevenir ou atenuar os contágios.

      1. A inexistência de regras internas para os locais de trabalho deixa essas decisões ao critério arbitrário da entidade patronal, que impõe normas draconianas

        Não. A entidade patronal só impõe regras draconianas por medo que os funcionários fiquem infetados e sejam postos de quarentena, o que perturba o serviço. Se o governo já tivesse eliminado as quarentenas de pessoas que não estão doentes, que é o que já há muito deveria ter feito, então as entidades patronais não teriam qualquer razão para impôr regras draconianas – as quais perturbam o bem-estar a produtividade dos funcionários e a sua boa relação com os clientes.

        1. Oitavo comentário seu. Esse panorama (regras de imposição permanente do uso de máscara em certas empresas e de imposição permanente do não-uso de máscara ao mesmo tempo e por vezes no mesmo ramo de actividade) resulta apenas do facto de o Governo ter abdicado de qualquer orientação nesta matéria, por ser incómodo e dar chatices e gerar má imprensa.
          O Governo do mesmo primeiro-ministro hiper-regulamentador que chegou a obrigar-nos a ir para a praia de máscara e a vir de lá com ela.

          1. Esse panorama (regras de imposição permanente do uso de máscara em certas empresas e de imposição permanente do não-uso de máscara ao mesmo tempo e por vezes no mesmo ramo de actividade) resulta apenas do facto de o Governo ter abdicado de qualquer orientação nesta matéria

            Pois. E faz o governo muito bem (agora) em não impôr regra nenhuma. Cada empresa impõe a sua, e os clientes dirigem-se à empresa que tiver a regra mais do seu gosto.

            Se por exemplo nos supermercados Pingo Doce fôr obrigatório usar máscara mas no Continente não fôr, pois muito bem, os clientes que preferem a segurança irão aos Pingo Doce e os que privilegiam a liberdade irão aos Continente. Não há problema nenhum nisso.

            Oxalá tivesse sido sempre assim ao longo da epidemia.

            Por uma vez, o Governo está agora a agir bem. Nada há a criticar-lhe.

          2. Nono comentário seu. Não há problema para quem não está na administração pública. A omissão total de regras actuais impõe abusos de toda a ordem junto dos assalariados dessas empresas. Omissão do mesmo governo hiper-regulamentador que chegou a declarar obrigatório o uso de máscara ao ar livre, na via pública.
            É mais fácil fingir que o problema deixou de existir. Até o governo espanhol mudar de posição e o português for a reboque, como é costume.

          3. Este é o meu terceiro comentário. 😉
            O Balio pode muitas vezes ter comentários picuinhas e do contra (que eu até prezo, mesmo quando discordo). Mas nesta questão os oito comentário são totalmente pertinentes. Força aí Balio.
            O Governo é incompetente e inconsequente, mas até agora está a ir bem neste assunto.
            PS- As máscaras, como são usadas pelas pessoas comuns, valem perto de zero. É só uma muleta psicológica.

          4. Não tente competir com o balio em número de comentários, Susana. Ele é imbativel. Sobretudo em dias como o de hoje, em que defende o extermínio dos “velhos” e até já veio aplaudir a morte de Rendeiro.

      1. Muitos professores fizeram bulling aos seus alunos adolescentes dizendo que ficavam melhor de máscara. Vergonhoso. [:<]

        1. Devem ter sido os assediadores da faculdade de direito que pelos vistos ao que se consta não tem vergonha nenhuma na cara.

          1. «Vergonha na cara» têm os anónimos que aparecem em redes e blogues a atirar lama indiscriminadamente sobre grupos de profissionais atingindo todos em simultâneo sem a menor prova.
            «Vergonha na cara» é uma forma de expressão. Só porque atacam de cara tapada. E com nome oculto.

          2. A Susana V. é que fala em professores e eu é que pago as favas, deve ser por ser mulher e há que protege-las do homem mau. Ridículo !!!

            O Sr. Correia é que fala de grupos profissionais, eu apenas refiro assediadores que podem ser: professores, alunas/os, contínuos etc… Algo me diz que enfiou alguma carapuça. Aprenda a ler para não interpretar mal e ter preconceitos sobre os anónimos.

          3. É irónico: um anónimo vem recomendar-me para eu aprender a ler.
            Logo alguém que ainda não aprendeu sequer a escrever o próprio nome.

          1. Isto em relação ao anterior comentário da Susana. Como estes comentários se vão sobrepondo uns aos outros, em escada, às tantas perde-se o fio à meada.

    1. Por acaso discordo.
      Pela parte masculina não estou abalizado para discutir, pela feminina ficam terrivelmente sexy com máscara.

        1. Acresce-se a isso a sedutora curiosidade imaginativa de desvendar o que estará para lá da cortina?
          Pela minha parte aconselho a todas as mulheres de todas as condições, idades e estatutos sociais e pessoais: para um mundo mais saudável e incomparavelmente mais embelezado, nunca se separem da máscara

          1. A mim aconteceu-me algo insólito no último ano: mudei de emprego e passei a conhecer as minhas novas colegas pelos olhos.
            Confesso que gostei muito do que vi.

          2. Pudera!
            A mim no hospital aquando do meu AVC, a belíssima doutora Andreia, de máscara com a mão levantada sobre a cabeça:
            – Senhor Corvo, olhe para os meus olhos e diga o que estou a fazer com os meus dedos.
            – A menina doutora Andreia está a mexer os dedos indicador e polegar.
            – Muito bem. E agora?
            – Agora a menina doutora está a mexer o anelar e o pequenino.
            – Senhor Corvo, batota não vale. Tem de olhar bem para os meus olhos.
            – Menina doutora, não faço batota, a menina doutora Andreia tem uns olhos verdes tão bonitos que deixar de olhar para eles era impossível.
            ( a jeito de corolário? Pela vossa saúde e agradabilidade nacional, nunca se separem da máscara, que pelo menos eu e o Pedro Correia agradecemos sinceramente.

          3. Caramba, você está a dar-me uma ideia para fazer aqui uma série só com mulheres mascaradas.
            À sexta-feira ou noutro dia qualquer.

          4. Muito me congratulo que tão delicioso empenho lhe tenha ocorrido. Isso é sem dúvida inspiração Divina.
            E eram todas tão lindas, aquele corpo hospitalar feminino de verde trajadas e máscaras postadas.
            Por acaso o meu tempo já passou porque se fosse novo e descomprometido ia debater-me com um grave problema porque iria querer casar-me com todas.
            Força, Pedro Correia, pela minha parte assumo já o compromisso de presença às sextas-feiras, ainda que jogue o Benfica, na certeza de que sairei a ganhar

            saudações e votos de excelente fim-de-semana

  9. Há por aí muita gente com vontade de retroceder. Muita gente que conseguiu muito poder, exposição mediática e lucro com esta doença do foro psicológico. Só espero que o governo se mantenha firme, que já contribuímos demais para este peditório.
    O que interessa o número de infecções numa doença que não causa doença séria a quase ninguém? Nada.
    Qual a percentagem de mortes com teste positivo covid relativamente ao total de mortes nessas faixas etárias?
    O Henrique Pereira dos Santos (que é das poucas pessoas a olhar para a pandemia com inteligência e desassombro) fez as contas no Corta Fitas sobre as urgências no S. João.
    “Foram atendidos 1022 doentes na urgência, na Segunda-Feira. Destes, 144 foram admitidos na área respiratória (menos de 15%) foram-no na área respiratória (ou seja, 85% dos doentes atendidos, seguramente, não tinham nenhuma relação com a Covid), e 53% testaram positivo (ou seja, cerca de 5%).
    Daí eu não perceber o que tem a Covid com o recorde nas urgências, visto que 95% dos doentes não eram doentes covid”.
    E eu idem. Ou seja, as pessoas vão a urgência com emergências de facto e com problemas que não tratam nos centros de saúde por não terem consultas. Ver aqui alguma relação com covid é puxar fortemente pela imaginação.

    1. Então porque é que já morreram oficialmente mais de seis milhões de pessoas em todo o mundo e os números reais apontam para 16 ou 17 milhões. A senhora Susana podia explicar ?

      1. Sim? E o que é que entende por números reais? Será que fizeram autópsias aos 17 milhões para ter a certeza que morreram de covid?

        1. Carago!!
          Ó Sousa o melhor é ires para a escola, o Sr. confunde tudo com sondagens. O Sr. deve ser
          um manequim da negação ao serviço do PCP.

      2. Sabe o que é a taxa de letalidade de uma doença?
        Na Covid é menos de 1%.
        No Ebola a média é de 50%.
        Na Varíola era de 30%.
        Percebe ou quer que lhe faça um desenho?
        PS- Na covid muitas das mortes contabilizadas morreram de outras caudas. Apenas testaram positivo.

        1. “outras caudas”??
          Há cada uma !!!
          Deve-me querer tirar do sério, mas não consegue, conheço bem as falácias dos que teimam em negar a existência do covid e dos seus efeitos adversos.
          Susanas e Rosanas são todas iguais!!!

          António

      1. Sim, dou-lhe toda a razão Pedro.
        É óbvio para mim que esta decisão veio a reboque da opinião pública e da abertura dos outros países. Não foi de todo uma decisão ponderara e justificada como deveria ter sido. Mas caramba, este é um governo do Costa. O que é que poderíamos esperar?! Não obstante, foi a decisão correcta.

  10. Acaba por ser engraçado, as pessoas não acreditam no governo mas acreditam que os óbitos estão nos 28,8 mortes por milhão. Como se a certificação da morte fosse feita visualmente e sem a necessidade de qualquer autópsia.
    Todos falam na necessidade das máscaras mas já pensaram que o maior vírus é mais pequeno que a menor das moléculas? Ora se as máscaras não evitam a molécula do cheiro nem a molécula da água que efeito é que terá tirando o psicológico?
    Porque é que grande parte dos especialistas são pagos pelas farmacêuticas?
    Porque é que são os matemáticos a fazer o alarmismo social e a tratar os portugueses como se fossem simples caracteres numa folha de Excel?
    Todos os que tomaram a vacina se queixam de efeitos secundários. Os casos que resultam em morte ninguém assume a responsabilidade, como o caso do puto que morreu “engasgado”.
    Vivam a vida, deixem de dar palco ao alarmismo.

    1. É mesmo. Malditos alarmistas, Que conhecem eles? Nada!
      Uns morrem por falta de ar, outros é um ar que lhes dá. Essa é que é a verdade. Tudo o resto são especulações alarmistas

      1. Com uma advogada em ministra da saúde e um matemático a opinar sobre propagação de vírus, se calhar é melhor não dar muita credibilidade a tudo o que se ouve.

    2. Mas porque é que o “puto que morreu engasgado” ,tem que ser Covid?Quer dizer,falam dos outros,mas são iguais, só que ao contrário! Não me diga que nunca ninguém morreu de ” engasgamento”?Infelizmente muita gente. Novos e velhos. Ainda esta semana ,uma apresentadora brasileira lhe aconteceu em direto! Felizmente tinha quem lhe fizesse a manobra de Heimlich.

      1. Pois, é como o caso da hepatite fulminante nos putos. Ninguém sabe do que é mas têm a certeza que não é das vacinas.
        Cada um acredita no que quer, mas eu já cheguei a uma idade em que já não acredito em ninguém, agora só vendo. Como diz o velho ditado ” ver para crer como São Tomé “.

  11. Quando eu soube da redução de obrigatoriedades da máscara, apesar de já na altura se dizer que os números não eram ainda aqueles que o governo definira como o ponto a partir do qual essa redução seria feita, o cínico em mim questionou se teria havido uma antecipação por causa do 25 de Abril e do 1º de Maio. É que já existe um historial de “flexibilidade” do governo em relação a esses feriados.

  12. Nunca tomei uma qualquer dose, nunca fiz qualquer teste, não gastei um cêntimo, andei por onde quis e me apeteceu … desde o 1.º dia do anúncio do Covid até hoje.
    Eram filas e filas, milhões em rebanho…
    A Liberdade conquista-se, nunca nos é outorgada por terceiros.
    Tantos cristãos e demais fiéis, com tantos deuses e divindades, e tantos com medo da morte? Não se compreende.

    1. Você fez como a esmagadora maioria dos russos, que recusaram tomar aquela vacina martelada que o ditador Putin queria impingir-lhe.
      https://exame.com/mundo/governo-russo-culpa-populacao-por-fracasso-da-campanha-de-vacinacao/

      A Sputnik, que o PCP ansiava por vez distribuída aos portugueses – o amor dos comunistas portugueses ao ex-tenente-coronel do KGB levou-os a estes arrebatamentos de paixão assolapada.
      https://www.sabado.pt/ultima-hora/detalhe/pcp-quer-vacinas-para-todos-venham-da-china-russia-ou-israel

      ‘Vade retro’. A população russa preferiu prevenir-se contra o vírus com vodca do que com esta vacina fajuta, monumental fiasco.
      https://carnegieendowment.org/2021/11/15/what-went-wrong-with-russia-s-sputnik-v-vaccine-rollout-pub-85783

        1. Admira-me que você não se tenha oferecido como voluntário para receber a Sputnik, a vacina do Putin.
          Deve ter receado eventuais efeitos secundários dessa mixórdia. Fez bem.

          1. A questão da “vacina”, em termos de um Debate com substância e interesse, tem a ver com Liberdade (o Estado não permitir que não nos vacinemos; e nós, não permitirmos essa perda de Liberdade) e com a Morte (tanto medo da “morte”, sabendo que ela chegará com ou sem vacina, mesmo que alguns acreditem que têm um lugarzito no “paraíso”).

          2. QUEM É O AGRESSOR E O AGREDIDO?
            1 – As mentiras e a propaganda do «grupo Ocidental» são cada vez mais evidentes.
            Há dois “tipos de fronteiras”: aquelas que são um mero traço abstracto num qualquer mapa, e aquelas que são um traço resultante de um compromisso de não-expansão. É bom nunca esquecer essa diferença. Porque qualquer “mapa” nunca é o “território” real da vida concreta das pessoas; nem qualquer “nome” é, evidentemente, “a coisa que ele nomeia”.
            2 – O “agressor” foi Nato/EUA, ao invadir a «fronteira do compromisso, de que não havia expansão», estabelecido por “Acordo 1991/2” com a Rússia.
            3 – Ao invadirem e agredirem essa «fronteira do compromisso de que não havia expansão» — com um acto xenófobo e nazi de tortura, violação, morte e bombardeamento durante 8 anos da população pró-russa que vivia dentro dessa fronteira, em cumplicidade com a UniãoEuropeia — cometeram um crime e um genocídio.
            4 – A Nato/EUA/UniãoEuropeia mentiram, agrediram e mataram pessoas indefesas.
            5 – A legítima-defesa invocada pela Rússia, para intervir em 24fevereiro2022, para parar esse acto nazi e xenófobo da Nato/EUA/UniãoEuropeia, é mais do que justificada. É, até, um imperativo em defesa da Humanidade, e de um compromisso de Paz para o futuro do Mundo.
            6 – Os Governos e os políticos que são eleitos para representarem os Povos e Nações são efémeros. Muitos portugueses/as jamais aceitarão a ignomínia que os actuais políticos da Nato/EUA/UniãoEuropeia estão a fazer à Rússia. Jamais deixaremos que nos afastem da Rússia.
            7 – Até desconfio que, esses políticos do «grupo Ocidental» cairão pelos votos mais cedo do que julgam. E certamente muito antes de haver um novo acordo-escrito, para aquilo que hoje designam por “ucrânia”.

          3. É exctamente o contrário.
            O AGRESSOR são os «ucranianos anti-russos» do regime zelensky&azov (comandados pelos EUA), que torturaram, violaram, perseguiram, bombardearam e mataram os «ucranianos pró-russos» durante 8 anos, impunemente, num acto xenófobo e fascista de genocídio. Que agora tentam encobrir.
            Foram 14 mil mortos, e mais de 3 milhões de desalojados que tiveram de se refugiar no extremo de Donbass.
            Está escrito nos “Relatórios Oficiais da ONU”, e no texto do “Acordo de Minsk”.
            Não há mentira que consiga apagar estes documentos e factos.

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