Com a coisa do banco bom e do banco mau convém que não nos desviemos do essencial. O único banco adequado a uma situação desta natureza é um mocho: aquele onde se devem sentar os administradores, compadres, auditores e revisores que se conluiaram para provocar um dos maiores escândalos financeiros da nossa história.
Tipologia dos assentos
Rui Rocha,

Parece-me que o mermão começa a render-se a acção do Espírito Santo. Lindas palavrinhas; até os ás têm a perninha bem feititinha.
Muito bem, Rui. É isso mesmo. Surpreende-me aliás que na avalanche de textos surgidos nos últimos dias quase ninguém comece por sublinhar este aspecto, que é o essencial.
Às vezes, lendo o que se vai dizendo e escrevendo por aí, quase dá a sensação de que os (alegados) culpados são as vítimas e as vítimas são os (alegados) culpados.
Rui Rocha, seja lúcido. O único banco que não vai ser ‘utilizado’ é o mocho. Não se esqueça que estamos em Portugal e aqui ninguém com dinheiro e poder e julgado e condenado!
Caro IMMC:
Absolutamente de acordo.
Se dúvidas houvesse compare-se o tamanho do processo do Madoff (8 folhas A4), a duração do mesmo (6 meses) e a pena (150 anos atrás das grades, o que o obrigará a ressuscitar duas 2 vezes para conseguir cumprir a pena.
Com o BPN (de gente sem os pergaminhos do ES, apenas a nova elite cavaquista): o tamanho do processo já vai em dezenas de grossos volumes, já dura há anos, veremos se a pena não será guilhotinada pela Santa Prescrição.
Sabiam que o último congresso do Sindicato dos Magistrados terá sido pago pelo BES?
Dito há dias na SIC por Marinho Pinto, programa de Júlia Pinheiro, não desmentido e o «demagogo» Marinho Pinto ainda não foi acusado de difamação, tanto quanto sei.