Saiu para comprar rins para o pequeno almoço da mulher. Regressou a casa cerca de 24 horas depois, na ressaca de uma bebedeira monumental, final apoteótico de um dia em que nada de extraordinário se passou, a não ser as coisas extraordinárias que se passam num dia normal. Consegue situar este enredo?
Solução da pergunta anterior: Quem assim cogitava era Charles Swann em Um Amor de Swann, incluída na obra Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust. Vencedor: o nosso leitor Carlos Cunha.


Ulisses de James Joyce
Ulisses, a nemesis de muito boa gente!!!
Fui obrigada a ler, nunca mais.É aborrecido.
Uma odisseia, portanto.
Ulisses de J.Joyce
Parece que o Leopold Bloom gostava dessa coisa horrorosa ao pequeno almoço, lá para os lados de Dublin.
Ulisses, James Joyce?
Maybe…
🙂
Antonieta
Ulisses, James Joyce
Ulysses, J. Joyce
“Ulysses” de James Joyce (um dia destes eu acabo de o ler. Acho eu…)
Bem, com tanta gente a opinar o mesmo, parece-me que a resposta está dada.
Antes de ler os comentários, ia a dizer que apostava num escritor das ilhas britânicas, já que rinzinhos ao pequeno-almoço só mesmo lá!
Ulysses de Joyce.
Já cheguei, finalmente, ao monólogo de Molly Bloom. Está quase. É um livro extraordinário e ninguém me obrigou a lê-lo. Mas não foi fácil!
Um reparo.
Não me parece que Bloom viesse com uma bebedeira monumental!