Teste cinematográfico (the end)


Teresa Ribeiro,

Com a solução do  teste anterior (vencedor: João André) encerro este passatempo de Verão. Agradeço a todos os que me acompanharam neste filme e quanto a eventuais imprecisões na apresentação de perguntas e respostas, só tenho uma coisa a dizer em minha defesa:

Nobody is perfect

 

Para a posteridade ficam, por ordem de entrada em cena, os nomes dos vencedores de cada um dos testes:

 

TragédiaGeek

Ariel

João Galamba

Carlos

Pedro Correia*

Sem-se-ver

Mike

Ana Mestre

Hugo Ramos Alves

Ana Vidal*

Ivone Costa

Ana Lima

L.Rodrigues

João Caetano Dias

Maria

Rodrigo Furtado

Sofia

João André

João Sousa

Miguel Barbosa

David

 

 

*(as autoridades competentes estão a investigar se eles tiveram acesso a informação privilegiada)

 

Resta, caras cinéfilas e caros cinéfilos, divulgar o nome da vencedora deste passatempo. Ganhadora de DOZE testes (12º, 15º, 18º, 20º,  22º, 26º, 27º, 30º, 31º, 32º, 33º e 37º). Peço uma salva de palmas para …. (rufar de tambores em crescendo)

 

IVONE COSTA!!!!!!!!

 

 

14 comentários em “Teste cinematográfico (the end)”

  1. Parabéns Ivone clap clap clap clap …
    Parabéns, também , para si Teresa, foi uma iniciativa muito interessante que participei com muito gosto. Obrigada e venham mais:))

  2. A Mafaldinha está de parabéns também , hoje comemora 45 anos:

    Mafalda, a personagem de banda desenhada que o argentino Quino idealizou para um anúncio a electrodomésticos, celebra hoje 45 anos no papel de uma das mais improváveis e divertidas comentadoras políticas da actualidade.
    De traços simples, cabelo negro farto e muito opinativa, Mafalda surgiu pela primeira vez a 29 de Setembro de 1964 nas páginas do semanário argentino “Primera Plana”. Quino, então com 32 anos, nunca adivinharia o sucesso daquelas tiras humorísticas, que se prolongaram por nove anos.
    Joaquin Lavado (Quino) imaginou Mafalda para um anúncio publicitário a uma marca de electrodomésticos, no qual lhe pediram que desenhasse a história de uma família típica da classe média.
    A banda desenhada não chegou a ser publicada, mas Quino recuperou a personagem Mafalda quando o convidaram para publicar no “Primera Plana”, na altura um jornal que procurava fazer uma reflexão crítica da actualidade argentina e internacional.
    À primeira vista, Mafalda podia ser uma menina de seis anos, reguila, desafiadora e descarada, mas depressa se percebeu que da sua boca, dos balões que Quino preenchia, saíam comentários mordazes e pertinentes sobre a ordem do mundo, a luta de classes, o capitalismo e o comunismo, mas também, de forma mais subtil, sobre a situação política e social argentina.
    Era a Mafalda, a contestatária e insatisfeita, “uma heroína zangada que recusa o mundo tal como ele é”, descreveu Umberto Eco em 1969, num prefácio a um dos álbuns que Quino dedicou à personagem.
    A par da atitude de adulto mas com o desarmante discurso de uma criança, Mafalda tinha essa mesma condição de menina, que detestava sopa, adorava os Beatles, não compreendia a guerra no Vietname e tinha monólogos preocupados em frente a um globo terrestre.

  3. O passatempo foi divertido, apesar de eu ter chegado sempre tarde demais e de as respostas certas já terem sido dadas. Isso era ainda mais notório quando sabia as respostas sem as ter lido nos comentários:)
    Joana

  4. Foi um passatempo bem interessante.
    Para mim também serviu para confirmar não só a minha ignorância neste capítulo, mas também que não retive “pormaiores” de muitos filmes que vi.

    Parabéns a todos os que acertaram, em particular à Ivone Costa que merece muitas palmas.
    Clap clap clap clap clap

    :)))

  5. Então é agora que, envergando o meu Armani vintage, fico ready for the close-up e digo: “Agradeço aos meus pais, à Academia, à Teresa Correia, à Maria que bateu sempre muitas palmas e a todos os outros.”

    Pronto, chega de disparates. Obrigada, pessoal.

    1. Obrigada, Ivone, não poderia ser de outra maneira – quando gosto não me faço rogada:))
      Agora, o único disparate e, talvez, de somenos importância será – ter chamado à Teresa – “Correia” – e, acho que ela é Ribeiro ou será também correia?:))

    2. Guarde o Armani, Ivone, que vai ter de exibi-lo em grande estilo no próximo jantar do Delito, como agente infiltrada dos comentadores… não sei se para si será prémio ou castigo, mas todos nós vamos gostar muito de conhecê-la. Parabéns pelos conhecimentos e pelo tiro rápido em quase todas as respostas!
      🙂

  6. Quanto à informação privilegiada a investigar (minha e do Pedro), pela primeira vez fico contente com a lentidão da justiça portuguesa… assim podemos dormir descansados por mais alguns anos!

  7. Foi uma excelente rubrica, Teresa. O meu nome aparece ali por manifesta injustiça. Agora posso reconhecer: fui informado de antemão por uma fonte do SIS graças às “vulnerabilidades” do sistema de escutas, como esta noite afirmou o Presidente.
    Agora mais a sério: parabéns à Ivone. E espero vê-la no nosso próximo jantar, para o qual será oportunamente convidada.

  8. Obrigada pela vossa participação, também eu me diverti e aprendi muito (com alguns comentários que aqui foram chegando).
    Quanto à Ivone, a Ana e o Pedro já se anteciparam: um dia destes vai ter que ficar ready para o seu close up, descer a escadaria e aterrar à nossa mesa 🙂

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