I hate snakes! – grita ele. E nós achamos-lhe tanta gracinha que a vontade que temos é de soprar-lhe na testa e responder-lhe a sorrir: Pronto, já passou!
Solução do teste anterior: A Dama de Xangai (1948), de Orson Welles
Vencedora: Ivone Costa
Uma vez que este passatempo termina com o Verão, é chegada a hora de prevenir os seus incautos participantes que o vencedor será convidado a jantar com um perigoso bando de delituosos um dia destes. Eu tentei demovê-los, mas responderam-me em tom cavo: diz-lhe que é uma oferta que não pode recusar! Portanto já sabem, quem vos avisa…


Harrison Ford em ” Indiana Jones”
raisparta, sempre atrasado… Mas posso fazer uma correcçãzinha. O filme era “Salteadores da Arca Perdida”. O filme não tinha o nome “Indiana Jones” no título. Só os seguintes o tiveram.
João André, eu referia-me ao nome da personagem que Harrison Ford desempenhava.
Maria, eu não disse que a resposta estava errada, apenas dei uma achegazinha 🙂
Mas mais giro era ver qual o filme onde a aversão foi revelada: o início de “Indiana Jones e a Grande Cruzada”, com River Phoenis no papel de Indiana Jones (ainda Henry Jones Jr.).
Harrison Ford, Os Saltadores da Arca Perdida.
Teresa;
Filme: Indiana Jones e a personagem é um tal sr. Harrison Ford.
Joaquim de Almeida, in «Clear and Present Danger».
Uma oferta que não pode recusar? Essa é fácil:
Marlon Brando, O Padrinho.
Boa!
Concordo, João: O prólogo do filme conta a história do “Indiana Jones ” adolescente, ainda como escuteiro onde adquire o medo de cobras, ganha a cicatriz no queixo e aprende a manipular o chicote, numa belíssima sequência, como ponto de partida.
Não sou muito apreciadora do género “, vi “Salteadores da Arca perdida” e este -“Indiana Jones e a Grande Cruzada” gostei mais deste último – a actuação de Sean Connery deu uma mãozinha e o actor River Phoenix serviu bem o papel.
Ó. Se tivesse falado logo no jantar, tinha acampado por aqui e ganho isto tudo. Pfff.
Monte ainda a tenda, menina limão. Quem sabe se não vai a tempo…
Também acho que vai muito a tempo.
Já cá estou, já cá estou. Vamos lá ver se não me deixo dormir.
Teresa, mas a cobra do post é tão fofinha;)) Desta eu não tenho medo e de certeza que o actor do filme também não…
Esta é fofa :))
“fofa” ou não, quando se trate de uma fobia, por vezes, basta só referir a “espécie”;))
A minha filha, não sei se poderei chamar fobia, sempre que vê qualquer reptil, basta um lagarto, também, não há outros aqui por perto;)) lembra-se das serpentes que viu a 1ª vez e última, com 6 anos, no jardim zoológico e que ficou com medo.
È verdade Maria. Eu não gosto nada de cobras “vivas”, mas se as ver por exemplo num documentário não me faz impressão nenhuma.;))