Viver na capital de um país onde a estação dos correios do nosso bairro funciona das 9 às 18 e encerra das 12.30 às 14.30 para almoço. Deve dar imenso jeito aos reformados.
Para quem trabalha e precisa de levantar uma encomenda registada é dispensável.

Isso é bem verdade. É por essas e por outras que para encomendas mando tudo para casa dos meus pais (não que eles estejam sempre em casa, mas porque lá na aldeia o carteiro conhece toda a gente…).
O problema é que isso não acontece apenas com os correios. Acontece com os bancos (ainda que normalmente não fechem para almoço). Acontece com o “comércio tradicional”, e é por essas e por outras que afunda cada vez mais. E, enfim, acontece com os serviços em geral, por mais lojas do cidadão que se façam.
Carlos, este post trouxe-me à memória o credível e sério Royal Mail do Reino Unido. Por vezes dou por mim a imaginar os nossos Correios como um local onde se podem comprar telemóveis, férias, viagens, moedas, loiça… e qualquer dia ficam a olhar para nós, admirados, se lá formos comprar um selo. E já agora, um multibanco era bem vindo.
Bem lembrado, Carlos.
Mike, tens toda a razão: as lojas dos Correios estão a ficar parecidas com centros comerciais, já quase não se percebe qual é o produto principal. É ridículo.
Mas é que é exactamente isso, Carlos. Aliás, com os Correios e com a maioria dos serviços.
Isso é em Bruxelas, não é? Eu pensava que só aqui é que se faltava ao trabalho para fazer essas coisas e até as compras!
Junto a minha à sua voz, Carlos…
:))
A minha está sempre aberta e ainda não vende micro-ondas e LCDs como as suíças.