A comparticipação do Estado em medicamentos desce, em exames clínicos também, em apoio a doenças crónicas igualmente, em próteses idem, em equipamento para deficientes igual, em assistência ambulatória semelhante, etc., etc., etc., enquanto os respectivos preços sobem por via do aumento do IVA.
Afinal, não era o PS que andava a dizer muito agastado que o PSD queria matar o SNS tendencialmente gratuito e acabar com o Estado social? Pois quer-me parecer que está aí uma fórmula nova: o Estado social tendencialmente falido. E o PS tendencialmente falhado.

Não dá vontade de enfiar um tabefe no meu conterrâneo António Arnaut?
Revoltado com quem.
Com a oposição, ou com os seus camaradas que estão a dar cabo do SNS e, de caminho, com a vida das pessoas, especialmente as mais necessitadas?
Ora aí é que está o busílis.
Falta acrescentar que aqui o povão, com esperança de vida mais curta e tendencialmente moribundo, não chegará provavelmente à idade da reforma ou durará pouco tempo nesse estado.
Assim, o Estado tendencialmente falido, diminui eficazmente a despesa pública ou gera receita, estou francamente em dúvida.
E compram-se mais carros para o lixo, o que dá emprego a uma série de gente que >b>irá embora para Pasárgada</b> também antes da idade da reforma.
A fórmula eficaz! O sonho de qualquer país, suponho.
E uma bofetada na ânfora, não ia agora?
Estás uma irredutível gaulesa.
Eu não expulsaria os ciganos ….
Tenho outras prioridades.
Vou tentar adivinhar…
Sim, sim….
Só acho que ias ver-te grego.
Não faz mal. Já estamos todos como os gregos.
Tudo começa com um grego.
Só um e já faz tanto descalabro.
É uma inverdade, claro, só para te despistar …
Hum…
Ainda não estamos como os gregos. Porque os gregos, a esta hora e com estas medidas, já estavam a brincar nas ruas com pedras da calçada e cocktails molotov.
Sim, sim. Só estamos quase…
Somos de brandos costumes …
Só nos queixamos.
Nunca lá chegaremos.
Voltando um pouquinho atrás a um post anterior, poderia até ser um Inverno quente, não se gastando tanta electricidade.
Quem sabe…
Juro que não entendo. Se o número de pobres já é o que é, daqui para a frente vai ser calamitoso. E é aquilo supostamente um partido socialista.
Socialismo, mas só para eles próprios.
Haja regras, então!
Dividido por todos era um quase nada.
E quem enriquecia?
Pelo menos, sempre vai dando para eles terem umas frotas automóveis jeitosas e bastante uniformes.
É o “estado social” que o Pedro anda a fazer notar, Leonor.
Acontece o mesmo com a educação “tendencialmente” gratuita. O PM dá o exemplo, matriculando os filhos em escolas privadas. Alguém aí falou em “socialismo”?
É por isso que eu até defendo que o despedimento deve ser tendencialmente gratuito. No governo.
Rápido e indolor.
Tendencialmente rápido e tendencialmente… nã-nã… indolor ou dolor tanto faz…
Se for tendencialmente rápido é indolor para nós.
Que é só o que importa.