Ontem foi notícia de grande impacto em Portugal a chegada de 17 voos do Reino Unido ao aeroporto de Faro.
Uma não-notícia desde a segunda metade da década de 60 torna-se notícia agora, quase meio século depois.
Vale a pena pensar nisto para percebermos até que ponto vivemos tempos de incerteza.

O RT ESTÁ EM 1 !
Daqui para a frente isto vai ser mais covid…
Já há uma semana (desde o dia anterior à festa do Sporting) que as infeções estão a crescer todos os dias (em média de 7 dias). O R(t) estar a 1 é somente uma forma de os teóricos constatarem este facto e atribuírem-lhe um valor numérico.
Mas atualmente a população mais sensível está vacinada, pelo que o número de infeções tem uma importância muito reduzida.
E acho que muita gente anda a convencer-se que o problema acabou…
Dado o ajuntamento de multidões sem máscara em Bissau, a comitiva presidencial, que tem andado por lá, arrisca-se a espalhar por cá o vírus na hora do regresso.
Como exemplo é uma vergonha. Andam na caça à multa por coisas de caca num dia e no dia seguinte tudo isso deixa de existir para o chefe de Estado.
Na Guiné-Bissau vigora um regime sanitário diferente. Como demonstram as imagens, onde quase não se vê uma só pessoa de máscara.
Aguarda-se a habitual reacção dos infecciologistas de plantão nas pantalhas televisivas. Interrogo-me se a comitiva presidencial cumprirá quarentena.
Pois eu acho que essa pergunta devia ser feita em directo pelos jornalistas à chegada.
Mas isso era num país que já não é este, ainda que o nome se mantenha. Não há jornalistas, há colaboracionistas que tapam ou fazem propaganda
Leopedro
Parece haver na zona de Lisboa RT 1, com tendência a subir.
Ainda faltam uns dias para se saber das possíveis transmissões devido à festa dos sportinguistas, por isso os da comitiva à Guiné-Bissau serão apontados daqui a uns dez dias
vergonha alheia
para percebermos o quão pequeno somos, parolos que continuam a lamber pés a saloios tratados como reis em terra de “pobres” principalmente de espirito
mas a comunicação social é a responsável por este espalhafato
O Zezé Camarinha vai finalmente começar a trabalhar com o put cream .
Não vai manter o “distanciamento social”?
Vale a pena pensar nisto para percebermos até que ponto vivemos tempos de pobreza.
Chegaram 5 mil ingleses ao Algarve, e chegaram 5 mil marroquinos a Ceuta, simultaneamente.
A Europa está na berra.
A ibéria é Europa e os outros são vizinhos, apenas.
Ceuta é África, não é Europa.
E os espanhóis ficaram com ela, agora que se desenrasquem.
os espanhóis ficaram com ela, agora que se desenrasquem
Bem observado.
E ficaram também com as Canárias, os burros.
Mais barato ficava transferirem toda a população para Espanha e oferecerem aquilo a Marrocos.
Será que se Gibraltar for invadido por africanos tal como Ceuta, os ingleses vão lá buscá-los e os levam para Londres? ou entregam o Morro aos espanhois com africanos er tudo?
Os ingleses fugiram da europa por causa destas coisas, espertos!
Ceuta não é “invadida por africanos” na medida em que é uma cidade africana e à partida todos quantos lá vivem são africanos.
Gibraltar é um caso diferente. Nem Hitler se atreveu a assaltar o Rochedo.
Pois isso é verdade, pese embora fazer parte da UE e para catear a bandeira é igual à de Lisboa e o Brazão é como o nosso das quinas.
Não pode haver brasão mais português do que o de Ceuta. Comprovando que essa histórica cidade africana, no fundo, é portuguesa também.
Será isto o “novo normal”?
Prefiro a anormalidade de outros tempos
Entretanto o Marcelo que se apressou logo a criticar o SCP,ontem na Guiné recebeu uma multidão,tudo sem máscara… E até saiu do carro.
O vírus lá deve ser mais fofinho. Só pode.
Vale a pena pensar nisto para percebermos até que ponto vivemos tempos de incerteza.
Vale a pena pensar nisto para percebermos até que ponto estamos dependentes de umas míseras esmolas dos estrangeiros — já que a UE, o PS e os cabrões dos sindicatos não nos deixam criar riqueza e chupam tudo em impostos para o Estado numa ditadura fiscal — ao mesmo tempo que dão casas a imigrantes, destroem a língua e o ensino para ver se eles conseguem tirar um 8 (em 20) e os funcionários públicos vivem numa redoma de vidro com todas as regalias.
Ó V é melhor vacinar-se já e com as duas dozes.
‘os cabrões dos sindicatos não nos deixam criar riqueza’ ? .Arranje lá um exemplo dessa afirmação, e até lhe dou uma ajuda: AUTOEUROPA não conta. Então qual é a riqueza que quer
criar e os cabrões dos sindicatos não nos deixam?
É fácil. Quem é que quer criar empresas se se começa a pagar impostos 6 meses antes de começar a trabalhar para pagar o socialismo todo, mais a pança do Cabrita — e se depois passados 6 meses quem governa a empresa é o gajo do sindicato?
E porque é que acha que vão buscar escravos ao Nepal? Digo-lhe mais: é só porque não podem levar as azeitonas e a merda dos mirtilos para lá.
Ah, e dose é com S.
Já a outra parte da notícia, parece que nenhum jornalista está interessado em pegar nela:
– Como está a funcionar a apresentação de passaporte por parte dos brexiteers?
– Como é que os britânicos que tinham estabelecido residência cá estão a regularizar a sua situação?
Perguntas ainda mais pertinentes sabendo-se que o assunto está nas mãos do excelente Cabrita…
São boas perguntas às quais o ainda ministro responderá da forma habitual: instaura um “rigoroso inquérito” sobre o qual jamais se saberá coisa alguma.
Lindo, lindo, vai ser vê-los à volta do Estádio do Dragão na final da Liga dos Campeões.
O workshop de dança dos pauliteiros promete ser um sucesso.
Não pode haver melhor demonstração de que Portugal deixou de ser um Estado soberano.
O Governo decreta a interdição de público (português) na final da Taça de Portugal, a decorrer em Coimbra.
O mesmo Governo autoriza 12 mil espectadores (ingleses) na final da Liga dos Campeões, a decorrer no Porto, cinco dias depois.
Diiferença: no segundo caso, registou-se ultimato da UEFA: ou havia público ou não haveria final.
O Governo vergou-se ao ditame da UEFA.
Mas manteve a interdição na final da Taça de Portugal.
Um país, dois sistemas: permite-se aos estrangeiros o que se nega aos portugueses.
Com carimbo e vénia do Governo de Portugal.
11 de Janeiro de 1890. A História tende a repetir-se.
Há umas décadas gritava-se “Vêm aí os russos, vêm aí os russos!”
Até deu filme.
Agora grita-se “Vêm aí o ingleses, vêm aí os ingleses!”