Como certos políticos que abundam por aí, daqueles que fingem ser o que não são e escondem coisas da maior importância, assim é a atleta Caster Semenya, a sul-africana que foi a Berlim: pseudo-hermafrodita com testículos ocultos.
Por que diabo temos políticos assim é que não sei. A falsidade, ainda entendo, mas com a falta de tomates que existe não vejo a vantagem: tê-los escondidos ou ficar sem eles é igual. Vendiam-nos e podiam ganhar um dinheirão sem fazer trapaças.

É que esses políticos, João, não têm pudor, vergonha na cara, mas também sabem que aparecerá, quase, sempre alguém a escudá-los, já a “atleta” está a passar por uma grande humilhação e escusada, digo eu, talvez fosse possível evitar ou pelo menos não torná-la tão pública, a moça de vencedora passará para atracção circense, num ápice, ironia cruel…
Tem toda a razão, Maria.
Maria: que comentário tão sensível e esclarecido. Gostei mesmo.
:))
Concordo Maria:))
Também acho, Maria. É uma injustiça enorme, está mais do que provado que não houve fraude mas a humilhação já lá está, nada a fazer.
Inteiramente verdade.
Obrigada e ainda bem que desta vez a minha emoção ao falar deste caso não me traiu “- para mim é sempre um risco, não estou treinada (nem tenho talento) a escrever com a rapidez que, por vezes, se impõe .
Mas que naba – eu sou o anónimo de cima.
Actualmente não há nabas. Há genuínas, que só precisam de ser interpretadas pelo Pacheco Pereira. Em que lista está, Maria? Hehe…
Não estou em listas – sou demasiado transparente
– não sirvo.