28 comentários em “Tabárnia livre, já!”

    1. Não será fácil devido à intransigente oposição do ‘Juntos Pela Catalunha’, do centralista Puigdemont.
      Mas a vontade do povo barcelonês e do povo tarragonês prevalecerá.

      “Barcelona is not Catalonia!”

  1. Exacto. Era de prever.
    É da física, e da psicologia. Lei III: A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade.
    A toda acção, centralizadora, exagerada, das “elites” Madrilenas, pró-União Europeia (ou qualquer outra entidade hiper-aglutinadora), há uma reacção oposta, centrífuga, do objecto (ou do sujeito) alvo de aquela acção.
    Houve, haverá, exageros de ambos as partes. Mas tudo tenderá para um equilíbrio por esgotamento da energia disponível, e que as “massas” em confronto entretanto irão consumindo. 🙂

      1. Já o PP elegeu um deputado por cada golo que o Real Madrid sofreu em casa contra o Barcelona. Quem sabe se daqui a quatro anos El Clásico fica 0-0.

      2. É verdade. Sim a Sra. #1 -e muitos mais que votaram em Barcelona- são imigrantes provenientes de fora da Catalunha. Votaram óbviamente e muito bem nas suas cores.
        Mas mais interessante serão as cenas dos próximos capítulos … mesmo por essa Europa fora.

  2. Se o povo de Tabarnia (whatever than means) quiser a sua independência (da Catalunha ou do Estado Espanhol?), tem o seu direito.
    No entanto, não me parece que o povo de Tabarnia (whatever that means) queira separar-se da Catalunha (do Estado Espanhol acredito que muita gente queira caso contrário não tinham sido agredidos pela Guarda Civil por quererem votar), pelo que isto não passa de tretas espanholistas.

    Porque é que Andorra é independente mesmo?

      1. O Pedro reforça o estereótipo dos espanholistas ao mostrar-se incapaz de argumentar. Aliás, Rajoy nunca conseguiu usar a força da razão, preferindo usar a razão da força.

  3. Anexação de Portugal pela Espanha, já!

    1640, foi um golpe de Estado.

    Substituição da República pela Monarquia, já!

    O povo não foi ouvido. A República funda-se num golpe de Estado.

    1. Portugal deve anexar a Galiza, nação nossa irmã.
      Deve recuperar Olivença.
      Deve reconhecer de imediato o direito da Tabárnia à autodeterminação.
      E estabelecer um co-protectorado com o Reino Unido em Gibraltar, ao abrigo da secular aliança luso-britânica.

  4. O dreito da Força e a força do Direito…
    Os mentores do Cabeça de Esfregona a provarem do seu próprio veneno.
    Como isto anda tudo ligado, talvez desta farsa de péssimo gosto saia alguma coisa que se aproveite : a definitiva subalternização da quadrilha do coletas.
    Oremos…

    JSP

      1. Pedro,

        O Puigdemont com aquele cabelinho “á boneco da Playmobil” não serve nem para fazer de Harry Potter.

  5. Acho que é tempo de ressuscitar a FRELITRA (Frente de Libertação de Trás os Montes) de que pouco se tem ouvido falar. Eu como transmontano apoio e ofereço-me para Presidente.

  6. Há muitos anos, eu e uns amigos lá da aldeia brincávamos com a ideia de declararmos a independência da freguesia e, com jeitinho, anexar umas duas ou três freguesias vizinhas. É engraçado como a ideia quase parece menos disparatada hoje do que parecia há quinze anos..!

  7. Guardem as balas. Em breve teremos de lutar para nos separarmos dos fascistas socialistas e fascistas comunistas que andam a tornar isto numa ditadura de causas. Correr com eles todos para sul do Tejo e destruir as pontes.

    1. Antes de mais, recuperar Olivença. Depois, assegurar o co-protectorado luso-britânico em Gibraltar. A seguir, anexar a Galiza.
      Contra o Governo unionista e espanholista e franquista de Madrid.

    2. Não existe tal coisa como “fascistas socialistas” ou “fascistas comunistas”. Nem todos os autoritarismos são fascistas. Assim como nem todos os socialismos ou comunismos são autoritários.

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