Sulfúricas


lauraramos,


Por qualquer misteriosa razão o jornalista é um ser incólume e intocável, que nunca pode ser nem negado, nem desmentido, nem contrariado mesmo quando diz uma inverdade ou age por transparente má-fé. Enquanto de uma forma geral a classe política é para condenar liminarmente.

Maria João Avillez em entrevista ao DN, AQUI

23 comentários em “Sulfúricas”

      1. acho.

        e também lhe descubro lucidez na opinião.

        e não coloco em causa a sua consistência e profissionalismo.

        (ainda bem que não falou de pluralismo…)

    1. Ó Luís, sabes bem o que está aqui em causa. Não se trata de não defender a liberdade jornalística. Trata-se de condenar as más práticas e o abuso do direito à impunidade. O vale tudo.

  1. Mudam-se os tempos mudam-se as vontades, essas palavras aparentemente tão cheias de bom senso, não são mais do que uma tentativa de branquear os factos por parte de alguém que só vê com um olho, o olho dos seus amigos políticos e dos seus (dela) interesses partidários e não só.

    1. Num país onde se não distingue uma observação ‘engagée’ de uma crítica distanciada, pergunto-me : -Porque se dão os comentadores ao trabalho de comentar? Ah, já sei: são do outro lado.

  2. Que mal pergunte:

    Por que razão os jornalistas, quando fazem telefonenas oficias, não avisam o interloctor que a chamada será gravada..?
    Neste caso o caso casual da jornalista do PÚblico… morria à nascença!.

        1. Simples, Sara: se pré-anunciada, como deve ser, a gravação inibiria ou afugentaria os depoentes, sejam eles ou não fontes fulcrais. E se inibe, não resulta.
          Não esquecendo que deveria estar cristalina e audível.
          Se não tiver anúncio prévio, é claro, não tem qualquer valor probatório.

  3. Quantas belas jantaradas….ui, cala-te boquinha!
    Ai Jamba,Jamba ,….aiué,aiué.
    Aquela voz, rouca, multo “auctoritas” de Mrs …ui , nem precisa de Cismar!Eheh !!!

      1. Ao habitante da Capital.
        Não,não é uma face ,é mesmo uma nódoa.Vá, agora risque o espelho…mas olhe bem, muito bem mesmo.Qual é a imagem reflectida?Pois…
        Vá, agora saia e leve o cão a passear,se não tiver,leve a coleira, fica-lhe bem,vai ver, depois de uma bela mija, vai ficar tudo bem…

        PQTP

      2. Esqueci-me de comentar:
        É isso que nos mata, Vasco: os aldeões da metrópole.
        Os que perderam pelo caminho o desprendimento e o faro para a simplicidade do essencial.
        Mas que entretanto mantiveram o pior: as vistas curtas e o complexozito da comadre de janela.

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