Nem sempre viajei para sul, mas nada vi de tão extraordinário como o sul. O Sul é uma porta de avião que se abre e um cheiro inebriante a verde que nos suga, o calor, a humidade colada à pele, os risos das pessoas, o ruído, a confusão de um terminal de bagagens, um excesso de tudo que nos engole e arrasta como uma vaga gigantesca. Apetece fechar os olhos, quebrar os gestos e deixar-se ir.
Miguel Sousa Tavares, Sul.

Sei muito bem o que isso é. Bem de mais.
Adoro.
Já vivi essas experiências e dou-lhe razão. Mas tem de ser com outro rigor. Ele precisa de decidir quando está a falar do sul ou a referir-se ao Sul.
Pronto, João 😉
Prontos…
Antes de mais, parece-me um mau pedaço de prosa. Banalmente escrito, a copiar tiques de outros. Por outro lado não conheço esse «cheiro inebriante a verde» do sul. Pelo menos dos sítios a sul que conheço. Suponho que se se for a sul o suficiente isso comece a ser verdade mas o “Sul” não é necessariamente assim. «Humidade colada à pele»? Depende um pouco do onde.
Não li o “Sul” do MST (nem faço intenção de o ler a não ser que mo ofereçam), mas parece-me que escrever sobre “o Sul” é algo de muito redutor. Excessivamente redutor.
Tenho até ideia de que, se for muito a sul, é capaz de ser muito mais branco do que verde. Hehehe…
Este cheiro inebriante do Sul é muito característico de alguns lugares. Partilho inteiramente o que aqui é dito e adoro.
O MST escreveu um livro inteiro sobre o Sul, e embora isso não sirva de argumento, o assunto é vasto. Discordo de que seja redutor. Mas se desconhece o livro é natural que salte para conclusões que nada têm a ver com a obra em questão.
Obviamente que sim, por isso mesmo fiz a ressalva.
E a fotografia da capa? Balhamedeus! Tóing…
No ano em que o livro saíu, não o comprei logo. Já sabia. Nesse Natal ofereceram-me dois ehehehehehe
🙂
A fotografia é o máximo 🙂
Também dava um bom Passado Presente. É que daquilo já não há, Maria do Sol.
Pois não há não, Leonor. Mas é muita, mesmo muita pena. C’ os diabos… lol lol
:))))))
Pois o meu receio, Maria do Sol, foi que o livrito se resumisse à capa….:-)))). O rapaz está um bom bocado mais novo, e irradia Sssssul ….:-)))))
Minha cara Ariel
O rapaz irradia tanto sul que dava para perder o norte lol lol lol
:)))))))
Pronto Leonor, tenho ali o livro intacto que me ofereceram há anos, ainda não foi nestas férias que o levei comigo, mas vou predispor-me a lê-lo…:-)))
Também não dá muito jeito para as férias por causa do formato. Se aprecia relatos de viagens vai gostar de certeza.
Mas há alguma coisa de interessante a norte que não sejam museus? 😉
Que mauzinho, Mike 🙂
Só não consigo partilhar daquela paixão dele pelo deserto. O deserto nunca me atraiu. Acho que há destinos bem mais interessantes do que as areias do deserto, com ou sem camelos.
Acho que não se explica. É uma experiência interessante, embora não sinta vontade imperiosa de voltar.