Jesusalém, cujo título já foi alvo de confusão, é um livro intenso e obrigatório. Devorei-o num só dia e tenho intenção de o reler. Ao contrário de outros escritores, Mia Couto nunca me desilude, pelo contrário, surpreende-me cada vez mais.
Sugestões
cronicasnofeminino,

Já o tenho mas ainda não o li. Fico ainda mais curiosa com esta tua declaração apaixonada.
Tens de ler, Ana. Eu, que leio devagar, li-o num só dia. É muito bom.
Eu também leio cada vez mais devagar, não sei porquê. Antes lia um livro num ápice, agora preciso de digerir cada página com calma. Mas vou lê-lo, sim, agora nas férias (curtas) que vou ter.
Também já o tenho ali para ler. Como tenho uma paixão assolapada pelo Mia Couto, fiquei muito contente com a “declaração apaixonada” (Vidal, 2009) que a Leonor fez.
:)))
E que não tem, Maria? Escreve sempre bem, é unico e de um charme sem palavras…
Exactamente Leonor.
:))
Adorei a (ex)citação, Maria do Sol! 🙂
Ora bem: o seu a seu dono…
:)))))
Mia é nome de homem??!!
É. E lindo!
Intenso? Gosto disso. Obrigatório? Quem sou eu para desrespeitar a lei. Se ainda por cima ele é giro…
Até me assustaste, Teresa! Lei eu? Lê que não te arrependes. Não achas o Mia Couto um charme? 😉
Yes :)))
Concordo… um charme.
Um charme. Diria mesmo mais!
Aqueles tímidos olhos azuis, a voz suave, o ar sereno, a conversa boa. Balhamedeus.