Como tenho uma edição com décadas de todas as obras de então conhecidas de Eça de Queirós, este romance está lá por casa, mas é um dos que ainda não li.
Por acaso, também só o li pela primeira vez há relativamente pouco tempo. Adorei. É quase um romance histórico, o enredo passa-se em dois tempos diferentes, com a classe do Eça, que tinha um grande conhecimento da Idade Média (uma novidade para mim).
A Eça regressa-se sempre. Os Maias foi a mais recente releitura (além das Notas Contemporâneas, compiladas pela Livros do Brasil ou dos Contos, a que se volta sempre, num punhado de páginas, num breve serão; isso ou a repetida peregrinação a um génio que era um santo, nesse documento precioso que é o In Memoriam a Antero).
Na mais recente feira do livro de Lisboa comprei, em alfarrabista, um bem manuseado e envelhecido exemplar do Primo Basílio. Queria (quero) relê-lo e pareceu-me fazer todo o sentido integrá-lo assim, com essa sua história que desconheço, na minha bem pobre biblioteca queirosiana. Quase tudo o que dele li, excepto biografias, correspondência e textos afins, foi pela mão de meus pais. Lá está um A Cidade e as Serras, de 1928, em gloriosa ortografia pré-toda esta desgraça, a aguardar a terceira vez…
E vem esta sua referência à Ilustre Casa baralhar-me as contas!
A obra não me agradou muito. Tema, local, personagem – pouco apelativos
Sugiro. já agora, “A Capital”, pouco divulgado livro.
Começada pelo pai EQ – e magistralmente finalizada pelo filho, zézé. Lio-o aos 12 anos na biblioteca fixa da FCB, em Abrantes, a 100 m de casa – que autorizava leitura domiciliária. Reli-o várias vezes depois, com muito prazer.
Como tenho uma edição com décadas de todas as obras de então conhecidas de Eça de Queirós, este romance está lá por casa, mas é um dos que ainda não li.
É uma boa colecção de livros de bolso, que recomendo. A preços módicos e um bom catálogo de autores.
Por acaso, também só o li pela primeira vez há relativamente pouco tempo. Adorei. É quase um romance histórico, o enredo passa-se em dois tempos diferentes, com a classe do Eça, que tinha um grande conhecimento da Idade Média (uma novidade para mim).
É um Eça diferente daquele a que nos habituámos a conhecer como autor de outras obras. Vale a pena conhecer também esta faceta do grande escritor.
A Eça regressa-se sempre. Os Maias foi a mais recente releitura (além das Notas Contemporâneas, compiladas pela Livros do Brasil ou dos Contos, a que se volta sempre, num punhado de páginas, num breve serão; isso ou a repetida peregrinação a um génio que era um santo, nesse documento precioso que é o In Memoriam a Antero).
Na mais recente feira do livro de Lisboa comprei, em alfarrabista, um bem manuseado e envelhecido exemplar do Primo Basílio. Queria (quero) relê-lo e pareceu-me fazer todo o sentido integrá-lo assim, com essa sua história que desconheço, na minha bem pobre biblioteca queirosiana. Quase tudo o que dele li, excepto biografias, correspondência e textos afins, foi pela mão de meus pais. Lá está um A Cidade e as Serras, de 1928, em gloriosa ortografia pré-toda esta desgraça, a aguardar a terceira vez…
E vem esta sua referência à Ilustre Casa baralhar-me as contas!
Antes assim.
Costa
Tenho também um exemplar desses, do mesmo romance, encadernado. Um exemplar que era do meu avô. É um gosto lê-lo nessa ortographia.
A obra não me agradou muito.
Tema, local, personagem – pouco apelativos
Sugiro. já agora, “A Capital”, pouco divulgado livro.
Começada pelo pai EQ – e magistralmente finalizada pelo filho, zézé.
Lio-o aos 12 anos na biblioteca fixa da FCB, em Abrantes, a 100 m de casa – que autorizava leitura domiciliária.
Reli-o várias vezes depois, com muito prazer.
O meu romance preferido do Eça – além desse monumento que são ‘Os Maias’ – é ‘A Relíquia’. Excepcional.