Marx, Engels e a Crítica do Utopismo, de José Barata-Moura
Filosofia
(edição Avante!, 2015)
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Engraçado, quando penso no José Barata-Moura duas coisas me vêm sempre à memória: a cantiga ‘Come a papa Joana’ e a maravilhosa pintura de seu pai, pintor da bela aldeia de Castelo Novo, de que eu tanto gostava e que morreu quase com 100 anos. 🙂 Antonieta
Lembra muito a propósito o pai dele, Antonieta. Conheci muito bem, ainda em miúdo, o pintor Barata Moura – figura inconfundível da Cova da Beira da minha infância – com o seu ar jovial. Era uma daquelas pessoas que pareciam não ter idade. Tenho felizmente na casa de família dois quadros dele, dos quais me lembro desde sempre, com paisagens da Serra da Estrela. Encontro às vezes o filho no metro de Lisboa: como qualquer cidadão comum, parece a antítese do Professor Doutor que já foi reitor da Universidade. E logo me lembro dele, dos tempos das cantigas revolucionárias e da fase posterior – do ‘Fungagá da Bicharada’ ao ‘Joana Come a Papa’ (que eu cantava para a minha Joana quando ela comia a papa quando era bebé).
Calculei que o Pedro o conhecesse bem. Gosto particularmente da colecção de pinturas de Pelourinhos, muito bem representada no livro ‘Beira Baixa’, do Lopes Marcelo. Em tempos percorri muitos quilómetros para fotografar pelourinhos, conheci vilas e aldeias de uma beleza incrível. 🙂 Antonieta
Engraçado, quando penso no José Barata-Moura duas coisas me vêm sempre à memória: a cantiga ‘Come a papa Joana’ e a maravilhosa pintura de seu pai, pintor da bela aldeia de Castelo Novo, de que eu tanto gostava e que morreu quase com 100 anos.
🙂 Antonieta
Lembra muito a propósito o pai dele, Antonieta. Conheci muito bem, ainda em miúdo, o pintor Barata Moura – figura inconfundível da Cova da Beira da minha infância – com o seu ar jovial. Era uma daquelas pessoas que pareciam não ter idade. Tenho felizmente na casa de família dois quadros dele, dos quais me lembro desde sempre, com paisagens da Serra da Estrela.
Encontro às vezes o filho no metro de Lisboa: como qualquer cidadão comum, parece a antítese do Professor Doutor que já foi reitor da Universidade. E logo me lembro dele, dos tempos das cantigas revolucionárias e da fase posterior – do ‘Fungagá da Bicharada’ ao ‘Joana Come a Papa’ (que eu cantava para a minha Joana quando ela comia a papa quando era bebé).
Calculei que o Pedro o conhecesse bem. Gosto particularmente da colecção de pinturas de Pelourinhos, muito bem representada no livro ‘Beira Baixa’, do Lopes Marcelo.
Em tempos percorri muitos quilómetros para fotografar pelourinhos, conheci vilas e aldeias de uma beleza incrível.
🙂 Antonieta
Os pelourinhos podem ser vistos nas pags 44 a 56, do livro atrás citado, que é a 1a. edição da Editorial Presença, 1993.
Antonieta