Antiga ortografia? Antiga ortografia era aquela de que o meu avô falava, em que a palavra “acometer” se escrevia com dois “quês”, dois “mês” e dois “tês” como ele dizia. Agora este “acordo” ignora os elementos fundamentais de uma coisa que eu estudei, em tempos, e que se chamava “Gramática Histórica”. Agora, o ridículo do AO chega a títulos como o que se pode ler hoje na primeira página do JN: “Fisco para venda automática de casas penhoradas”…
J.Jorge Letria não escreve com a nova ortografia porque é saudoso e conservador como eu.
Aquilo é que foram tempos, os da velha ortografia em que “reunião” levava trema.
Agora já nem é possível ir à pharmácia…
Antiga ortografia?
Antiga ortografia era aquela de que o meu avô falava, em que a palavra “acometer” se escrevia com dois “quês”, dois “mês” e dois “tês” como ele dizia.
Agora este “acordo” ignora os elementos fundamentais de uma coisa que eu estudei, em tempos, e que se chamava “Gramática Histórica”.
Agora, o ridículo do AO chega a títulos como o que se pode ler hoje na primeira página do JN: “Fisco para venda automática de casas penhoradas”…
Com acordo ou sem acordo, quando a estupidez ataca em força torna-se imbatível. É o caso.