Um livro contra a cultura dominante,a das universidades,dos media,dos grupos de pressão.Ainda por cima defender um cânone,a autonomia da estética,a “luta agonística”.Há anos na tv o Francisco José Viegas tentou defender um “cânonezinho português”para o ensino e foi tratado como um fóssil por gente com funções ministeriais e peso (i)mediático.É um risco,é-se olhado de soslaio,talvez um fachista.
Boa sugestão, Pedro!
🙂
Antonieta
Um livro contra a cultura dominante,a das universidades,dos media,dos grupos de pressão.Ainda por cima defender um cânone,a autonomia da estética,a “luta agonística”.Há anos na tv o Francisco José Viegas tentou defender um “cânonezinho português”para o ensino e foi tratado como um fóssil por gente com funções ministeriais e peso (i)mediático.É um risco,é-se olhado de soslaio,talvez um fachista.
Mas há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não.