“Por vontade expressa do autor, a presente edição não segue as regras do Acordo Ortográfico de 1990”
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Caro Pedro, permita-me que partilhe uma pequena historieta contada, numa sessão pública, por este brilhante contador de histórias que escreve o título que sugere. Uma historieta que também poderia ser de um bom malandro: Alheta! Contou, o Mário Zambujal, que, nos seus tempos de jornalista com responsabilidade, não sei se director ou chefe de redação, eram muito poucas as senhoras no exercício desta profissão, pelo que quando na redação desse jornal entrou uma, quiçá a primeira, apesar do respeito dos seus colegas homens, era o alvo da atenção destes, até porque seria uma pessoa vistosa! Nessa redacção existia um fulano galanteador, tendo os colegas comentado que, mais tarde ou mais cedo, essa jornalista, seria alvo das atenções deste! O que acabou por acontecer. Essa senhora, quando chegava a hora de saída, pegava nos seus haveres e, com educação, despedia-se. O tal fulano galanteador, esperava um tempinho, rodeava o espaço e… despedia-se dizendo, enquanto olhava para o relógio: Bem…! São horas, vou-me por na alheta!
E assim ficou o epiteto da senhora!
Desculpe a minha rude prosa e que tire o chapéu ao autor que indica!
Caro Pedro,
permita-me que partilhe uma pequena historieta contada, numa sessão pública, por este brilhante contador de histórias que escreve o título que sugere. Uma historieta que também poderia ser de um bom malandro: Alheta!
Contou, o Mário Zambujal, que, nos seus tempos de jornalista com responsabilidade, não sei se director ou chefe de redação, eram muito poucas as senhoras no exercício desta profissão, pelo que quando na redação desse jornal entrou uma, quiçá a primeira, apesar do respeito dos seus colegas homens, era o alvo da atenção destes, até porque seria uma pessoa vistosa! Nessa redacção existia um fulano galanteador, tendo os colegas comentado que, mais tarde ou mais cedo, essa jornalista, seria alvo das atenções deste! O que acabou por acontecer. Essa senhora, quando chegava a hora de saída, pegava nos seus haveres e, com educação, despedia-se. O tal fulano galanteador, esperava um tempinho, rodeava o espaço e… despedia-se dizendo, enquanto olhava para o relógio: Bem…! São horas, vou-me por na alheta!
E assim ficou o epiteto da senhora!
Desculpe a minha rude prosa e que tire o chapéu ao autor que indica!
Peço desculpa pela gralha, obviamente quem tira o chapéu a Mário Zambujal sou eu!