Se não olhássemos para as coisas superficialmente, teríamos muito a ganhar. Infelizmente, muita gente olha para isto com uma beatífica visão, do género “que bom darem-se todos bem!”.
O embargo não terminou nem terminará tão cedo, pois o seu levantamento depende de aprovação do Congresso. Apenas foi liberalizado o investimento americano em Cuba e as visitas de turistas americanos, além de maior facilidade de transferências de “emigrantes” cubanos nos EUA para as suas famílias. Em troca da libertação de um cidadão americano que era na prática um refém, Obama libertou três agentes cubanos condenados nos EUA. Fez uma cedência de princípio obtendo muito pouco em troca.
A referência ao Vietname é oportuna: a normalização de relações só serviu para sustentar no poder a ditadura comunista, agora reforçada com dólares frescos.
Mas pronto, o kommentariat, com o Prof. Marcelo à cabeça, decerto vai louvar e bajular Obama, ainda para mais com a actuação nos bastidores do inevitável Papa Francisco – o mais recente herói da Esquerda romântica e ateia.
Se não olhássemos para as coisas superficialmente, teríamos muito a ganhar. Infelizmente, muita gente olha para isto com uma beatífica visão, do género “que bom darem-se todos bem!”.
O embargo não terminou nem terminará tão cedo, pois o seu levantamento depende de aprovação do Congresso. Apenas foi liberalizado o investimento americano em Cuba e as visitas de turistas americanos, além de maior facilidade de transferências de “emigrantes” cubanos nos EUA para as suas famílias. Em troca da libertação de um cidadão americano que era na prática um refém, Obama libertou três agentes cubanos condenados nos EUA. Fez uma cedência de princípio obtendo muito pouco em troca.
A referência ao Vietname é oportuna: a normalização de relações só serviu para sustentar no poder a ditadura comunista, agora reforçada com dólares frescos.
Mas pronto, o kommentariat, com o Prof. Marcelo à cabeça, decerto vai louvar e bajular Obama, ainda para mais com a actuação nos bastidores do inevitável Papa Francisco – o mais recente herói da Esquerda romântica e ateia.
Julgo que este comentário se destina ao meu texto publicado imediatamente a seguir a este, Alexandre.