Excelente escolha, Pedro! Belo livro, por dentro e por fora (acho esta capa linda). Já agora, aproveito este ‘tempo de antena’ para divulgar que o vencedor do Man Booker 2014 é o australiano Richard Flanagan com o livro ‘The Narrow Road to the Deep North’ 🙂 Antonieta
Também gosto muito desta capa, Antonieta. Aliás gosto quase sempre das capas desta editora. E também gosto muito que não mutilem as palavras em obediência ao “desacordo” ortográfico. Escapou-me o número 1 desta colectânea de entrevistas. Mas este número 2, já nos escaparates, não me escapará (consegui finalmente fazer um trocadilho com estas palavras!)
É pena não ter o primeiro livro pois estão lá alguns dos seus escritores favoritos: Borges, Greene, Hemingway, Faulkner. Mas ‘se correr ainda o apanha’, ainda está disponível na editora, fui agora ver (e descobri que têm uma nova edição de Os Maias). ‘Ainda o apanha, ainda o apanha’… Antonieta
A Paris review nunca foi das minhas favoritas. Estou em crer que são ali conseguidas as piores entrevistas que qualquer dos autores concedeu!! Permita-me, é minha opinião, caro Pedro Correia. No entanto, a título de comentário. Das mais interessantes, pelo tremendismo, estultície e encontro com a história, as de Nabokov e James Morris. Primo Levi, demasiado igual a Primo Levi (fico sempre à espera de algo arrebatador, que nunca chega). As mais frustrantemente desinteressantes, de Céline e Pound. Borges deve excluir-se destes pontos, como Gore Vidal!! É sempre interessante, mesmo sentado e calado!! Isto, do que li.
Excelente escolha, Pedro!
Belo livro, por dentro e por fora (acho esta capa linda).
Já agora, aproveito este ‘tempo de antena’ para divulgar que o vencedor do Man Booker 2014 é o australiano Richard Flanagan com o livro ‘The Narrow Road to the Deep North’
🙂 Antonieta
Também gosto muito desta capa, Antonieta. Aliás gosto quase sempre das capas desta editora. E também gosto muito que não mutilem as palavras em obediência ao “desacordo” ortográfico.
Escapou-me o número 1 desta colectânea de entrevistas. Mas este número 2, já nos escaparates, não me escapará (consegui finalmente fazer um trocadilho com estas palavras!)
É pena não ter o primeiro livro pois estão lá alguns dos seus escritores favoritos: Borges, Greene, Hemingway, Faulkner.
Mas ‘se correr ainda o apanha’, ainda está disponível na editora, fui agora ver (e descobri que têm uma nova edição de Os Maias).
‘Ainda o apanha, ainda o apanha’…
Antonieta
Julgo que sim. Vai ser já este fim de semana…
Nada feito. Tentei, mas sem êxito.
É uma grande selecção de nomes, sem dúvida.
Sem dúvida.
A Paris review nunca foi das minhas favoritas. Estou em crer que são ali conseguidas as piores entrevistas que qualquer dos autores concedeu!! Permita-me, é minha opinião, caro Pedro Correia.
No entanto, a título de comentário. Das mais interessantes, pelo tremendismo, estultície e encontro com a história, as de Nabokov e James Morris. Primo Levi, demasiado igual a Primo Levi (fico sempre à espera de algo arrebatador, que nunca chega). As mais frustrantemente desinteressantes, de Céline e Pound.
Borges deve excluir-se destes pontos, como Gore Vidal!! É sempre interessante, mesmo sentado e calado!!
Isto, do que li.
Tenciono dar notícia com algum detalhe quando ler. Agradeço-lhe, de qualquer modo, as dicas que já aqui deixa.
Nabokov é a melhor entrevista, sem dúvida. Não por acaso, foi o único escritor que respondeu por escrito.