Estive ontem com ele nas mãos mas acabei por trazer as “Entrevistas da Paris Review 2”. Há que fazer opções… Mas fiquei com pena, deve ser bem interessante. Pedro, e prognósticos para o Nobel? Eu só depois do jogo, eheheh. Ontem li um livro do Tomas Tranströmer e atingi os 64 autores Nobel (só me faltam 46). 🙂 Antonieta
Viva, Antonieta. Confesso-lhe que deixei de fazer previsões nesta matéria. Embora tenha acertado no Vargas Llosa, em 2010. Digo-lhe, isso sim, que gostaria muito que o Nobel fosse atribuído ao “nosso” Rubem Fonseca. Ou ao Amos Oz. Duvido muito que isso venha a acontecer, embora fossem prémios mais que merecidos. No primeiro caso, eventualmente, por falta de traduções condignas: fosse ele um escritor norte-americano e já teria a projecção universal que há muito merece. No segundo caso apenas por motivos políticos, já que se trata de um escritor israelita, embora nada seguidista das teses dominantes no Estado de Israel.
Tem razão Pedro, seria muito bom se o Rubem ganhasse. Afinal, em 110 laureados, apenas o “nosso” Saramago escrevia na bela língua de Camões. Está mais do que na hora de haver outro… Esperemos, é já amanhã! 🙂 Antonieta
Estive ontem com ele nas mãos mas acabei por trazer as “Entrevistas da Paris Review 2”.
Há que fazer opções…
Mas fiquei com pena, deve ser bem interessante.
Pedro, e prognósticos para o Nobel?
Eu só depois do jogo, eheheh.
Ontem li um livro do Tomas Tranströmer e atingi os 64 autores Nobel (só me faltam 46).
🙂
Antonieta
Viva, Antonieta. Confesso-lhe que deixei de fazer previsões nesta matéria. Embora tenha acertado no Vargas Llosa, em 2010.
Digo-lhe, isso sim, que gostaria muito que o Nobel fosse atribuído ao “nosso” Rubem Fonseca. Ou ao Amos Oz. Duvido muito que isso venha a acontecer, embora fossem prémios mais que merecidos. No primeiro caso, eventualmente, por falta de traduções condignas: fosse ele um escritor norte-americano e já teria a projecção universal que há muito merece. No segundo caso apenas por motivos políticos, já que se trata de um escritor israelita, embora nada seguidista das teses dominantes no Estado de Israel.
Tem razão Pedro, seria muito bom se o Rubem ganhasse. Afinal, em 110 laureados, apenas o “nosso” Saramago escrevia na bela língua de Camões.
Está mais do que na hora de haver outro…
Esperemos, é já amanhã!
🙂 Antonieta
Estaremos atentos, Antonieta. Mais um autor(a) para a nossa colecção.