Fico contente por saber que há reedições da obra de Herberto Helder (ou este é um livro novo?). Há bem pouco tempo procurei-o em várias livrarias e não havia quase nada.
Cr, obrigada pela informação. Um novo livro de Herberto Helder é sempre para festejar. Mas tem razão, livros de poesia (salvo meia dúzia de excepções) raramente são reeditados.
Procurei-o ontem na feira do livro e tive a espantosa resposta de que esgotou numa manhã a remessa que tinham, e que não haverá reposição. Tive de encomendá-lo e vou levantá-lo na próxima semana à Bertrand do Chiado. Para um livro de poesia, e para mais difícil como é a poesia de HH, é obra!
Terá de haver uma reimpressão, dada a procura. Não me admira que tenha esgotado, tratando-se da obra que é, de um autor que há muito não publicava e do modo entusiástico como tem sido recebido nos órgãos de informação que não confundem cultura com pipocas. Eis uma luz no meio da crise.
Neste caso concreto é o próprio autor que não quer que sejam feitas reedições… Depois de esgotado sairá, como habitualmente, nas novas edições da poesia completa (Ofício Cantante)…
Fico contente por saber que há reedições da obra de Herberto Helder (ou este é um livro novo?). Há bem pouco tempo procurei-o em várias livrarias e não havia quase nada.
Ana este está acabadinho da sair e não vai haver reedição, isto é, quando acabarem os 5.000 da tiragem, nicles.
Cr, obrigada pela informação. Um novo livro de Herberto Helder é sempre para festejar. Mas tem razão, livros de poesia (salvo meia dúzia de excepções) raramente são reeditados.
Um dos acontecimentos literários do ano, sem dúvida.
Procurei-o ontem na feira do livro e tive a espantosa resposta de que esgotou numa manhã a remessa que tinham, e que não haverá reposição. Tive de encomendá-lo e vou levantá-lo na próxima semana à Bertrand do Chiado. Para um livro de poesia, e para mais difícil como é a poesia de HH, é obra!
Terá de haver uma reimpressão, dada a procura. Não me admira que tenha esgotado, tratando-se da obra que é, de um autor que há muito não publicava e do modo entusiástico como tem sido recebido nos órgãos de informação que não confundem cultura com pipocas. Eis uma luz no meio da crise.
Neste caso concreto é o próprio autor que não quer que sejam feitas reedições… Depois de esgotado sairá, como habitualmente, nas novas edições da poesia completa (Ofício Cantante)…
Não conhecia essa exigência de HH, André. Talvez seja por isso, então, que é tão difícil encontrar os seus livros.